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Corretores e Seguradores permanecem otimistas

Corretores e seguradores mantém o otimismo quanto ao desempenho do mercado e da economia brasileira nos próximos meses. É o que aponta a última edição do Índice de Confiança do Setor de Seguros, realizado pela Fenacor. “Em fevereiro, pelo quinto mês seguido, o mercado permaneceu otimista, já que todos os indicadores ficaram acima de 100 pontos. As respostas das empresas têm mudado pouco.”, atesta o consultor Francisco Galiza, responsável pelo estudo.

De acordo com a pesquisa, 80% dos corretores de seguros entrevistados acreditam que a economia ficará melhor ou muito melhor neste primeiro semestre.

Outros 20% acreditam que não haverá mudanças. Entre os seguradores, 76% apostam em crescimento econômico e 24% entendem que haverá uma estabilidade. Nenhum dos corretores e seguradores ouvidos teme uma piora no quadro econômico.

Em relação ao faturamento do mercado, 60% dos corretores responderam que “será melhor” e 4% que ficará “muito melhor”. Apenas 4% temem uma queda do faturamento.

Entre os seguradores, 68% apostam no crescimento da receita. Coincidentemente, foi apurado, entre corretores e seguradores, o mesmo percentual de quem projeta uma estabilidade no faturamento do setor: 32% . Quanto à rentabilidade do setor, os corretores estão mais otimistas.

Do total de profissionais entrevistados, 56% acreditam que o mercado será mais rentável nos próximos seis meses. Já entre os seguradores, esse percentual cai para 26%.

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Wiz cria uma das maiores empresas de BPO do Brasil

A Wiz iniciou 2019 expandindo sua atuação em pós-venda de seguros e bens financeiros, com a criação de uma nova empresa de Business Process Outsourcing (BPO). O novo negócio da companhia, chamado de Wiz BPO, concentra operações de relacionamento com cliente, backoffice, gestão de documentos, cobrança, além de terceirização de mão de obra especializada e chega ao mercado oferecendo inovação e expertise de uma das maiores distribuidoras de seguros do Brasil.

A Wiz BPO passa a ocupar a posição de uma das maiores empresas de BPO do País em atuação no mercado de seguros. A nova empresa possui matriz em Brasília e filiais na Bahia e Pernambuco. Conta com mais de 700 funcionários para o atendimento a clientes como Caixa Seguradora, Previsul, GEAP e Postalis. Quem está à frente do novo braço da Wiz é Leandro Leite, que nos últimos 5 anos estruturou e foi responsável pela área de Inteligência de Marketing da companhia. Profissional com mais de 15 anos de experiência nas áreas de operações, marketing, vendas e relacionamento com o cliente, Leandro acumula passagem por diversas empresas, entre as quais, Brasil Telecom, Oi e BT Call Center.

O diretor executivo antecipa o diferencial de atuação da Wiz BPO no mercado. “Criamos uma plataforma inovadora que, aliada a uma equipe de atendimento especializada, aumenta a satisfação dos clientes, simplifica os processos e agrega valor à marca. Focada na transformação digital, desenvolvemos soluções em CRM, Omnichannel e automação de processos com Inteligência Artificial e robotização. Dessa forma, acreditamos que seremos a maior empresa de BPO em seguros do país”, relata.

Wiz BPO em números

A companhia realiza a gestão de uma base de 13 milhões de clientes e regula mais de 6 mil seguros ao mês. Com relação a gestão de documentos, a companhia acumula 120 milhões de documentos digitalizados, 100 milhões de imagens em custódia e 150 mil caixas de documentos em custódia.

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Seguro de vida: embriaguez do segurado não afasta indenização securitária

O Superior Tribunal de Justiça editou a Súmula nº 620 dispondo que “a embriaguez do segurado não exime a seguradora do pagamento da indenização prevista em contrato de seguro de vida”.

A origem do entendimento adotado pela Súmula partiu do julgamento do recurso especial nº 1.665.701-RS, ocasião em que o Relator Ministro Ricardo Villa Bôas Cueva ponderou que: “apesar de a segurada ter falecido em razão de grave acidente de trânsito decorrente de seu estado de embriaguez, tal fato não afasta, no seguro de vida, a obrigação da seguradora de pagar ao beneficiário o capital segurado, sendo abusiva, com base nos arts. 3º, § 2º, e 51, IV, do CDC, a previsão contratual em sentido diverso”.

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Mitigação de riscos e um sócio para tempos difíceis

Mercado oferece produtos sofisticados que passam a ter preços cada vez mais acessíveis para os gestores de MPE

O DCI relata que ao pensar na contratação de um seguro, os primeiros produtos que vêm à mente consistem naqueles em que se resguarda automóveis ou algum ambiente físico (casa, apartamento, galpão ou o lugar onde está instalada uma loja, fábrica ou outro tipo de empresa, por exemplo). Apesar de importantes, empresários devem encarar esse serviço como um mecanismo de gestão do risco de imprevistos, e, desta forma, olhar para demais departamentos da empresa que podem acarretar perdas financeiras e também garantirem que estes setores estarão assegurados, indicam os especialistas.

“Os pequenos negócios são mais vulneráveis a esses riscos, pois além de sobreviverem com receita e patrimônio reduzidos, costumam ter um fluxo de caixa mais variável e um capital de giro menor. Se, por exemplo, a empresa sofre um incêndio e o pequeno empreendedor precisa reconstruir a sede e repor o estoque perdido, talvez ele não consiga acesso a um crédito emergencial tão facilmente e a empresa não tenha bens que possam ser vendidos para arcar com os gastos. A cobertura do seguro, nesse caso, pode ser o que determina a possibilidade de se reerguer para evitar o encerramento do negócio para sempre”, explica Marcio Coriolano, presidente da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização).

Para o professor do curso de Administração da Faap e especialista em estratégia e empreendedorismo, José Sarquis Arakelian, os gestores devem encarar o seguro como um sócio da empresa. “O empreendedor paga uma pequena parcela para ter um sócio, que, ao aceitar compartilhar os riscos do negócio, garante ao segurado auxiliar na mitigação de prejuízos caso algo dê errado, ou até mesmo a assegurar a sobrevida e continuação da empresa, dependendo do sinistro ocorrido”, diz.

Por isso é importante, recomenda o consultor jurídico do Sebrae-SP, Alexandre Xavier, que o empreendedor inclua a aquisição de seguros de tudo aquilo que ele considera importante para a realização de suas atividades no seu plano de negócios. “Encare o seguro como custo operacional. Além de garantir estabilidade, ele pode ser parcelado e com isso diluir o valor do seguro ao longo do ano, sem pesar tanto no bolso do empresário”, complementa Xavier.

Para identificar quais apólices contratar, o ideal é procurar um corretor de seguros que atue como consultor financeiro e de patrimônio, e não apenas que venda produtos de prateleira, indica Arakelian. “Hoje, é possível encontrar muitos profissionais que vendem seguros com capacidade para entender o negócio do empresário e oferecer algo que atenda a realidade de demanda daquela determinada empresa, e não um produto genérico que atende, em parte, os riscos daquela operação”.

Coriolano também avaliza que o corretor de seguros pode ajudar o empreendedor a mapear os principais riscos do seu negócio e criar uma estratégia de gerenciamento desses riscos. “Conforme a probabilidade de ocorrência de cada risco e do potencial de impacto financeiro que esses riscos representam – o que no jargão do seguro é chamado “severidade” – o empreendedor poderá decidir quais coberturas são prioritárias para sua empresa”, comenta.

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Porto Seguro lança nova campanha sobre os valores do Seguro Residência

O Porto Seguro Residência acaba de lançar uma nova campanha chamada “Só isso?”, na qual mostra que os valores do Seguro Residência são bem mais acessíveis do que se imagina. Idealizada em parceria com a agência de publicidade Babel-Azza, a iniciativa está sendo realizada com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre o seguro residencial.

“A campanha leva mais conhecimento à população, proporcionando aos nossos Corretores parceiros a oportunidade de aumentar sua carteira de negócio e também se aproximar daqueles que já são seus clientes, reforçando as vantagens do Porto Seguro Residência”, explica Jarbas Medeiros, Superintendente de Ramos Elementares da Porto Seguro.

A ação terá abrangência nacional, com início em 24 de fevereiro e encerramento em 30 de junho. O filme publicitário será veiculado em canais da TV paga, spot de rádio (ambos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte) e mídia digital, como redes sociais, portais de conteúdos, entre outros.

Medeiros lembra ainda que a campanha tem o propósito de desmitificar a ideia de que o seguro residencial tem um preço alto. “Por menos de um café por dia, o cliente pode contar com coberturas para diversos tipos de imprevistos, como incêndio, roubo ou furto, danos elétricos, danos a terceiros e quebra de vidros, além de assistências à residência, como reparos em eletrodomésticos de linha branca, chaveiro, eletricista, encanador, consulta veterinária, entre outros”, conclui.

O Porto Seguro Residência

Direcionado a casas e apartamentos, próprio ou alugado, está disponível nas opções:

Porto Seguro Residência Habitual com mais de 10 opções de coberturas, que amparam diversos prejuízos e serviços 24 horas que auxiliam no dia a dia.
Porto Seguro Apartamentos além de todas as coberturas tradicionais do seguro, conta com garantia exclusiva para pagamento de condomínio em caso de desemprego e abrange inclusive o depósito dos apartamentos.
Porto Seguro Residência Premium para casas de alto padrão oferece garantias para obras de arte, joias e relógios, danos ao jardim, danos causados aos empregados, etc.
Porto Seguro Residência Veraneio para a proteção de casas de praia ou campo. Entre todas as coberturas oferecidas, inclui também um ckeck-up preventivo das instalações hidráulicas e elétricas, troca de lâmpada e lubrificação de fechaduras de portas e janelas.

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Icatu atinge a marca de 6,5 milhões de clientes

Empresa registrou arrecadação de 12,6 bilhões em 2018, crescimento de 51% em relação ao ano anterior

A Icatu Seguros manteve seu foco e registrou uma arrecadação de 12,6 bilhões (*) em 2018, crescimento de 51% em relação ao ano anterior. A seguradora cresceu em todas as linhas de negócio e encerrou o ano com R$ 833 milhões em volume de ativos livres. O patrimônio líquido da empresa atingiu R$ 1,3 bilhão. O resultado consolidado da companhia garantiu um ROE (retorno sobre o patrimônio) de 24%, em linha com os anos anteriores. A Icatu alcançou um montante de recursos administrados de R$ 39,9 bilhões, um aumento de 35%.

Mais de 6,5 milhões de clientes escolheram a Icatu para cuidar do futuro da sua família por meio de 280 parceiros comerciais, 4,9 mil corretores e cerca de 56 mil empresas clientes. Presente em todo o país, mais de 40 mil pessoas foram beneficiadas com as coberturas dos seguros contratados, em centenas de municípios. A presença nacional da companhia também foi ampliada com a inauguração de três novas filiais no último ano.

“Tivemos evoluções significativas em produtos e serviços em 2018, que nos permitiram prover melhores experiências aos nossos clientes e parceiros de distribuição. Reforçamos nossas parcerias estratégicas, firmamos novas que nos ajudaram a capilarizar nossos produtos e soluções, e contribuir de forma cada vez mais relevante para a sociedade”, destaca Luciano Snel, presidente da Icatu.

“Em 2018, o resultado com operações de Vida, Previdência e Capitalização apresentou um crescimento de 34%, compensando a queda da taxa de juros, levando a companhia a atingir um lucro líquido de 271,9 milhões,” afirma Snel.

Investimentos

A empresa investiu mais de R$ 90 milhões em tecnologia e projetos, envolvendo parcerias, novos produtos, serviços digitais, eficiência operacional e experiência do cliente.

Especialista em Pessoas

Em 2018, a Icatu foi eleita a seguradora com melhor atendimento do país, pelo Instituto MESC, e foi reconhecida por seus funcionários – pelo quarto ano consecutivo – como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, no ranking Great Place to Work.

Desempenho dos segmentos

Em previdência privada, foi a seguradora mais escolhida entre os brasileiros que migraram seus fundos de previdência ao longo do ano de 2018 (líder no ranking de portabilidade). Obteve 6,5 bilhões em captação líquida, um crescimento de 58% em relação ao ano anterior, liderando, inclusive, o ranking do produto PGBL. O patrimônio da Icatu em Previdência bateu a marca de R$ 25 bilhões, crescendo 44%. Na atuação sob o modelo de arquitetura aberta, a Icatu conta com 71 gestores e mais de 240 fundos, oferecendo diversificação para todos os perfis de investidores de forma eficiente. Em 2018, a empresa lançou mais de um fundo por semana.

O faturamento no segmento de seguros de vida cresceu 16%, aproximadamente o dobro do mercado, atingindo R$ 1,9 bilhão em 2018.

Já a Icatu Capitalização viu seu faturamento aumentar 14%, totalizando R$ 1,12 bilhão. A Companhia distribuiu R$ 64 milhões em sorteios e ocupa a quinta posição no ranking geral de provisões no mercado.

Em 2018, o patrimônio administrado pela Icatu Fundos de Pensão somou R$ 3,3 bilhões, sendo responsável pela gestão de cinco planos instituídos (fundos setoriais) e 40 planos do fundo Icatu Multipatrocinado, com 95 mantenedores e mais de 85 mil participantes.

Rio Grande Seguros e Previdência

A joint venture se manteve com matriz no estado do Rio Grande do Sul. Enquanto o mercado de Vida cresceu 9% segundo dados da Susep, a empresa avançou 20% neste segmento em 2018. No Rio Grande do Sul, os produtos de Vida alcançaram um Market share de 14%. Os resultados positivos se repetem em Previdência Privada: as reservas ultrapassaram a marca de R$ 600 milhões, um aumento de 46% em relação ao ano anterior.

Icatu Vanguarda

A Icatu Vanguarda, gestora de recursos do grupo, encerrou 2018 com a importante marca de R$ 19,3 bilhões em ativos sob gestão, o que a coloca entre as maiores gestoras do país. Conquistou o prêmio Valor Investe como melhor gestora geral pelo segundo ano consecutivo e, ainda, o primeiro lugar na categoria de melhor gestora em fundos de previdência pelo período de 7 anos. A casa teve rating máximo de Qualidade de Gestão (MQ1) reafirmado pela agência Moody’s.

(*) Arrecadação = prêmios emitidos líquidos + contribuições para cobertura de risco + receita com emissão de apólices + rendas de contribuições e prêmios + rendas com taxas de gestão e outras taxas + Arrecadação com títulos de capitalização + Portabilidade de entrada.

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Joaquim Mendanha faz balanço de sua gestão na Susep

Em mensagem enviada para a imprensa, o ex-superintendente da Susep, Joaquim Mendanha, fez um balanço do período de dois anos e sete meses que esteve à frente da autarquia.

Ele revelou que concentrou esforços para empreender uma gestão focada em três pilares: o fomento à indústria, a busca pela eficiência com a desburocratização de processos internos e externos e o aperfeiçoamento de um modelo de fiscalização proativo. “A Susep possui uma missão permanente de auxiliar o desenvolvimento dos mercados supervisionados, assegurando a estabilidade, assim como os direitos do consumidor”, destacou.

No texto, Mendanha listou alguns temas de grande relevância que tiveram ênfase na gestão, como a capitalização, o resseguro, os meios remotos, as famílias PGBL e VGBL, o seguro D&O, o mercado de anuidades e o recadastramento dos corretores, entre outros.

Segundo ele, no total, foram 30 resoluções aprovadas junto ao CNSP e 45 circulares emitidas.

Joaquim Mendanha citou ainda a criação de “uma gama de comissões e grupos de trabalho”, como os do ‘mercado marginal’, “Dpvat” e “inovação e insurtech”, além de inúmeras reuniões com equipes técnicas da Susep e de outros órgãos de entidades do setor de seguros e de áreas diversas.

Ele frisou também que, no momento, estão em pauta na Susep o Plano de Regulação para o exercício 2019 e temas que urgem como o monitoramento eletrônico – “que será um divisor de águas para o setor de seguros” -, a definição da tributação em relação ao seguro de vida universal, o seguro rural e a cobertura intermitente, que já estão em andamento.

Mendanha destacou ainda que sempre exaltou e valorizou a ação da imprensa. “Os meios de comunicação atuam como um dispositivo primordial para que a informação de qualidade chegue ao consumidor final. A importância que a imprensa exerce como formadora de opinião e difusora de conhecimento merece, de fato, todo o reconhecimento.”, observou.

Afirmou também que é “um entusiasta da comunicação como ferramenta de inclusão social e como um dos alicerces de uma gestão eficiente e transparente” e lembrou que, desde a sua chegada à Susep, em julho de 2016, buscou disseminar as boas práticas de comunicação em relação às ações da autarquia.

Por fim, ele aproveitou para expressar seus votos de êxito e sucesso à próxima gestão.

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