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Zurich lança serviço pioneiro no Brasil para pagamento instantâneo de indenizações aos segurados

Projeto com a plataforma Visa Direct possibilita transferência de pagamento processado pela Cielo em tempo real para titulares de credenciais Visa que acionam o seguro viagem em casos de reembolso

A Zurich no Brasil, a Cielo e a Visa fecharam parceria para viabilizar o lançamento no país da primeira operação de transferências instantâneas de indenizações de seguros envolvendo cartões de débito. A solução, que utilizará a plataforma Visa Direct, permitirá reduzir o tempo para o segurado receber a indenização após a aprovação da Zurich, de cinco dias úteis para até 30 minutos nos emissores habilitados com essa funcionalidade.

Inicialmente, o projeto, inovador e pioneiro no mercado brasileiro, será com seguro viagem (Zurich Viagem) e estará disponível no piloto para os clientes Zurich portadores de cartões de débito Visa que solicitarem reembolso das coberturas de Atraso de Voo e Despesas Farmacêuticas. Uma vez escolhido o recebimento na conta do cartão de débito, o cliente receberá e-mail com a confirmação de que o seu pedido de reembolso foi aprovado e o link para inserir os dados do cartão para que seja creditado o valor.

De acordo com Fabiano Lima, diretor de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich no Brasil, o projeto posiciona a companhia entre as mais ágeis no atendimento aos segurados. “A solução otimizará indenizações a clientes e reduzirá os custos transacionais de pagamentos. Do ponto de vista dos clientes e dos parceiros de negócios, a indenização é paga em tempo recorde.”

O executivo antecipa que a companhia planeja expandir a solução Visa Direct para outras 34 coberturas reembolsáveis do seguro viagem, e para outros produtos como seguro auto, seguros para Pequenas e Médias Empresas e outras linhas de negócios aderentes a esse meio de pagamento.

Percival Jatobá, vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil, explica que a plataforma Visa Direct permite que transferência financeira instantânea seja feita entre a empresa e o cliente para uma credencial de pagamento Visa. A solução já está disponível em 30 países e tem auxiliado no ressarcimento de indenizações aos segurados em casos de emergências, principalmente no exterior.

“Em 2020, a Visa registrou um crescimento 20 vezes maior do número de transações com Visa Direct na América Latina e no Caribe em comparação ao ano anterior. Isso mostra que os pagamentos instantâneos ganham cada vez mais espaço no mundo. O Visa Direct vai possibilitar duas coisas fundamentais para os clientes da Zurich: praticidade e ainda mais segurança. Essa é uma parceria que deve virar tendência à medida que as pessoas experimentarão também o quão simples será a usabilidade”, conta Percival Jatobá.

“Estamos orgulhosos por participar dessa iniciativa inovadora em conjunto com a Zurich e a Visa. Demonstra a capacidade de a nossa companhia prover soluções de tecnologia para o mercado compatíveis com as necessidades dos clientes neste momento de contínua transformação digital”, diz Francisco dos Santos, head da Cielo Fintech. Ele lembra que a Cielo foi a credenciadora de cartões pioneira no Brasil em viabilizar pagamentos instantâneos por meio do Visa Direct, atendendo aos mais rigorosos padrões de segurança, também presentes no serviço de indenização de seguros lançado agora. 

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Porto Seguro Saúde Ocupacional oferece Treinamento de CIPA à distância

Por meio de parceria com a plataforma de treinamentos à distância, companhia tem nova ferramenta para oferecer conhecimento a seus clientes

Manter o ambiente de trabalho seguro e eficaz para os colaboradores de uma empresa é fundamental. E para contribuir com esse objetivo, realiza-se o treinamento de NR-05 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Com o objetivo da prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. A Porto Seguro Saúde Ocupacional promove à distância esse tipo de treinamento às empresas-clientes.

Gerente de Negócios do Porto Seguro Saúde Ocupacional, Cristina Uglik destaca alguns pontos sobre a iniciativa, implantada antes mesmo da pandemia de Covid-19. “O treinamento à distância foi criado em dezembro de 2019 e, com isso, já estava adaptado para ser utilizado assim que as atividades empresariais passaram a ser por meio do home office. Nela apresentamos as possibilidades, discutimos acidentes já ocorridos em ambientes corporativos e preparamos as empresas para reparar possíveis problemas, visando garantir a segurança de seus colaboradores”.

O treinamento possui uma carga horária total de 20 horas e é hospedado na plataforma White Label, parceira da companhia. Com a evolução dos casos do novo coronavírus, não por acaso, o curso atingiu um maior volume de solicitações a partir de julho do ano passado. De junho de 2020 a fevereiro deste ano, a companhia registrou 1026 acessos com treinamentos realizados.

“O grande benefício do curso neste momento é exatamente preservar os funcionários, evitando a reunião de pessoas em um mesmo ambiente, visto que todo processo é realizado on-line, desde a aplicação do conteúdo e prova, até emissão do certificado”, afirma Cristina.

Com uma plataforma hospedada em um site seguro, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados, o curso possui acesso simplificado, pois basta que o aluno disponha de um computador com conexão à internet. Há ainda, a possibilidade de customização do treinamento garantida pela Porto Seguro, baseada de acordo com a área de atuação do cliente. Além do treinamento de CIPA, o Porto Seguro Saúde Ocupacional conta com outros treinamentos disponíveis em seu portfólio. Para saber mais informações, basta acessar portoseguro.com.br/saude-ocupacional

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Especialistas auxiliam corretoras de saúde na adaptação à LGPD

Para ajudar as corretoras de planos de saúde a se prepararem e adaptarem seus processos em conformidade com a nova LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que já está em vigor desde o agosto do ano passado, bem como evitar a autuação, com multas e penalidades para quem não cumprir serão aplicadas a partir de maio, a Acoplan (Associação das Corretoras de Planos de Saúde) e o Sindiplanos (Sindicato das Corretoras de Planos de Saúde) firmaram parceria com três escritórios de especialistas no tema.

“Conversamos com diversos escritórios e indicamos três, que estão muito familiarizados com a nova lei e com o negócio das corretoras de planos de saúde. É facultativo, mas entendemos que mesmo que a corretora já seja atendida por um escritório de advocacia seria interessante fazer um trabalho com um desses especialistas, a um custo e condições de pagamento interessantes”, afirma Johan Loo, presidente da Acoplan.

Os escritórios são André Lino Sociedade Individual de Advocacia, Belotto e Belotto Sociedade de Advogados e Oplium Digital Security. Os dois primeiros são escritórios de advogados especializados no tema e o terceiro uma empresa de Segurança da Informação com uma área especializada em LGPD, que realiza a parte jurídica e da segurança digital durante o projeto de LGPD.

“A LGPD, que foi criada em 2018 e está vigente desde agosto de 2020, tem como objetivo regular o tratamento de dados pessoais, para o fim de proteger os direitos fundamentais de personalidade, liberdade e privacidade das pessoas. Para quem recebe e compartilha dados pessoais, caso das corretoras de planos de saúde, a nova lei tem impacto direto e de suma importância, de modo que todos precisam se adequar a essa lei. A ideia não é apenas evitar multas das autoridades que fiscalizam o tema, mas, principalmente adequar as empresas para uma nova cultura de conformidade e transparência no trato com as informações pessoais dos seus clientes, podendo atender, de acordo com a lei e com as melhores práticas empresariais, operadoras, corretores e público em geral. É fundamental a adequação à LGPD de forma profissional e pensando em trazer essa nova cultura a todos os envolvidos neste processo”. – André Lino, titular da André Lino Sociedade Individual de Advocacia

“As corretoras de planos de saúde e seguros precisam se adequar o quanto antes à LGPD, pois tratam dados sensíveis de seus clientes o tempo todo, principalmente quando recebem as propostas, avaliam os documentos, realizam escaneamento, realizam o pós-venda e guardam estes documentos em seus bancos de dados, com isso, caso não haja o perfeito cuidado ao tratar estes dados podem sofrer as penalidades legais administrativas que podem chegar a alcançar 2% do faturamento da empresa e com multas diárias até a solução do vazamento, além da proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a esses dados, além das sanções que podem ser imputadas em processos judiciais, onde ‘o céu é o limite’”. – Marcel Belotto, sócio da Belotto e Belotto Sociedade de Advogados

“Existem dois pontos essenciais para que sua empresa esteja responsiva à LGPD. O ponto jurídico e o ponto tecnológico. Não há adequação à Lei sem que exista a cobertura integral dessas duas formas de análise, adequação e monitoramento sobre sua empresa. São óticas distintas e inseparáveis. Enquanto um determinado contrato entre partes estabelece normas sobre a tratativa de dados, a assessoria tecnológica garante a infraestrutura e segurança necessárias para que efetivamente, os termos do contrato sejam cumpridos e mais importante ainda, para que sua organização esteja cada vez mais protegida quanto aos aspectos de resposta à LGPD. São muitas as exigências que demandam atenção elevada, sobre os fatores de tecnologia que sustentam o seu negócio. Independentemente do tamanho da sua empresa, inevitavelmente há uso de recursos tecnológicos. A Oplium vem apoiando as jornadas de proteção de dados de empresas no Brasil e Europa desde 2018. Atuamos com a aplicação da nossa metodologia proprietária e sempre aderente às características de cada segmento empresarial, respeitando os limites e capacidades de recursos de cada empresa.” – Adonias Filho, sócio da Oplium Digital Security

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Monitor do Seguro Rural será retomado a partir de abril

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta terça-feira (16) o cronograma de reuniões virtuais do projeto Monitor do Seguro Rural para o ano de 2021. O evento, que em 2020 contou com mais de 1.400 participantes, tem como objetivo avaliar e propor aperfeiçoamentos aos produtos e serviços de seguro rural ofertados pelas seguradoras no âmbito do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

O Monitor do Seguro Rural é um evento virtual aberto ao público e pensado para os agricultores, que tem a oportunidade de conhecer os produtos e tirar suas dúvidas durante a transmissão. Para participar das videoconferências, basta acompanhar o site do projeto, onde serão divulgados os convites para a participação. 

O trabalho é coordenado pelo Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Mapa e conta com o apoio das entidades representativas do setor, cooperativas, associações, revendas de insumos, companhias seguradoras, empresas resseguradoras, corretores, peritos e instituições financeiras.

O cronograma de eventos por videoconferência do Monitor, que começou em julho do ano passado e se estende até final de 2022, tem a finalidade de identificar e propor melhorias nos serviços de seguro para mais de 60 atividades entre grãos, frutas, olerícolas, pecuária, florestas, aquícola, café e outras culturas.

Os produtores e demais interessados podem acessar a plataforma do evento de um computador e até do smartphone ou assistirem depois as gravações, que ficam disponíveis num link de fácil acesso. “O monitor é uma oportunidade para os usuários dos seguros construírem soluções em conjunto com as seguradoras e o apoio do Mapa. Essa dinâmica de diálogo constante entre os agentes já configura um projeto perene para o setor produtivo na busca de seguros rurais com coberturas aderentes a realidade dos riscos dos produtores”, explica o diretor do Departamento de Gestão de Riscos, Pedro Loyola. 

As gravações e apresentações das edições anteriores do Monitor de Seguro Rural podem ser acessadas no link: https://tinyurl.com/msrarquivos 

Em 2020, o PSR aumentou em 108% a quantidade de apólices contratadas, atingindo 193 mil apólices de seguro rural, que corresponderam a um valor segurado de R$ 45,8 bilhões e garantiram a cobertura de 13,7 milhões de hectares.

Mais informações sobre o Monitor pelo e-mail: seguro@agricultura.gov.br 

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Na Wiz, aproximadamente 50% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres

Na segunda semana de lives em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o CQCS recebeu as executivas da Wiz para mais uma edição do “Essas Incríveis Mulheres do Seguro”, nesta segunda-feira (15). As convidadas foram Carla Nabarrete, Diretora de Marketing e Tecnologia, Francesca Bianco, Diretora Executiva da Wiz Benefícios e Stephanie Zalcman, Diretora de Placement da Wiz Corporate. O encontro foi mediado pelo fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho.

No bate-papo, as executivas falaram sobre como a indústria de seguros passou a enxergar as mulheres no ambiente corporativo, mulheres em cargos de liderança e suas inspirações. Francesca e Stephanie, que são coautoras do livro “Mulheres no Seguro”, também contaram sobre a obra.

Carla revelou que percebe essa mudança no setor com muito otimismo. Na visão da diretora, as empresas têm cada vez mais mulheres em posições de liderança. “Quando você olha as experiências bem-sucedidas das mulheres em cargos de liderança, cada vez mais as empresas querem incorporar isso”, afirmou. “O mundo corporativo entendeu a importância dessa complementaridade entre homens e mulheres”, disse.

Para Francesca, a visão também é positiva. De acordo com a diretora, o perfil comprometido e colaborativo da mulher tem ajudado a avançar no mercado, e percebe-se um movimento de incentivo ao crescimento das mulheres.

“Ainda temos um grande caminho a ser percorrido. Menos de 55% das mulheres estão ativamente no setor de seguros, mas estamos no caminho certo. Vamos construir um futuro melhor para todo mundo”, destacou.

Stephanie pontuou que, na Wiz, 33% da diretoria executiva são mulheres, aproximadamente 50% dos cargos de liderança e 56% do quadro geral da companhia é composto por mulheres. “Enxergo um avanço muito grande na conquista da igualdade no mercado de seguros”, contou. A coautora do livro “Mulheres no Seguro” ressaltou que é a hora das mulheres voarem. Stephanie acredita que, quando uma mulher cresce, todas crescem juntas. “Vejo uma iniciativa grande de seguradoras e corretoras para promover a diversidade”, contou.

De acordo com a diretora, quando surgiu a ideia de escrever o livro com as 29 outras mulheres da seguridade nacional, elas se questionaram qual seria a reação das pessoas, e foi uma reação muito positiva. “A reação foi maravilhosa. Temos muito a conquistar. Só de estar aqui falando sobre isso, é fundamental”, acrescentou Stephanie.

Por fim, as executivas falaram sobre quem foram suas inspirações nas suas trajetórias, e deram dicas de leituras para os espectadores.

Assista ao programa na íntegra:

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Nove planos de saúde são suspensos e não poderão ser comercializados

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou hoje (15) que irá suspender a comercialização de nove planos de saúde, pertencentes a cinco operadoras. A decisão foi tomada tendo como base as reclamações de consumidores em relação à cobertura assistencial ocorrida no último trimestre do ano passado. As informações são da Agência Brasil.

A medida da ANS impede apenas a venda para novos clientes e garante a cobertura assistencial aos atuais usuários. A comercialização está proibida a partir de 19 de março e só poderá ser retomada caso as operadoras apresentem melhora no atendimento.

A ANS também informou que autorizou a retomada da venda de oito planos de três operadoras que haviam sido suspensas anteriormente.

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Com foco em diabéticos, produto inédito para chega ao mercado de seguros

A WinSocial, insurtech parceira da MAG Seguros e 100% brasileira, que oferece seguros a pessoas com diabetes, desenvolveu o Bem-Estar Diabetes, que, além do seguro, oferece diversos serviços assistenciais e descontos em medicamentos. Com esta nova solução, que é inédita no mercado, a WinSocial espera gerar R﹩ 300 mil em volume de vendas nos próximos 12 meses.

A empresa desenvolveu o produto atento ao cenário de que, somente no Brasil, existem mais de 16,5 milhões de diabéticos e, globalmente, é esperado que o número de casos aumente 55% até 2045, atingindo 49 milhões de pessoas, de acordo com dados divulgados em 2019 pela Federação Internacional de Diabetes.

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Fique atento para não pagar a mais pelos serviços já inclusos no seu Plano de Saúde

Beneficiários de planos de saúde devem ficar atentos às coberturas contratadas. ANS e especialista dão dicas para que o consumidor não caia em armadilhas e gaste mais do que deveria por um serviço ao qual ele já tem direito

Quem contrata plano de saúde sabe que consultas, exames e cirurgias são cobertas pela apólice, apesar de haver exceções. Com isso, por vezes, os consumidores acabam pagando por um serviço que está incluso convênio.

A aposentada Matilde Rodrigues quase teve de desembolsar cerca de R$ 500 ao procurar tratamento para catarata. “Ao tentar marcar exames de catarata, a clínica me informou que, dentre os exames solicitados, dois não eram cobertos pelo plano de saúde”, conta.

Segundo o advogado especialista em direito do consumidor Welder Lima, o que ocorre, em alguns casos, é que as clínicas se aproveitam da situação de vulnerabilidade dos pacientes com plano de saúde para ganhar mais. “Fica uma coisa mal explicada, uma falha na prestação de serviço que é o direito que o paciente tem de ter todas as informações de modo preciso”, alerta.

O fato aconteceu, novamente, quando a aposentada foi agendar a cirurgia de catarata e foi informada pela clínica que deveria pagar alguns procedimentos. “Nos dois casos, eu entrei em contato com o plano de saúde e fui informada de que havia, sim, cobertura, marquei os exames em outra clínica e fiz pelo plano. Para a cirurgia, o plano de saúde me informou que só não haveria cobertura se os procedimentos fossem opcionais, podendo escolher entre o de cobertura do plano ou o oferecido pela clínica”, relata Matilde.

Existe uma diferença entre um procedimento necessário, que solucione o problema de saúde, e um que tenha opções a mais para o paciente. Em todo caso, quando se deparar com essa situação, o paciente deve procurar o plano de saúde para saber se, de fato, não há cobertura.
Quando for necessário utilizar especificamente o item ou o procedimento indicado para o paciente, o plano de saúde deve dar a cobertura mesmo que não esteja descrito no Rol de Procedimentos e Eventos de Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Em casos opcionais, o consumidor deve avaliar a situação. “Se for algo opcional, e isso tem que ficar bem claro para o paciente, ele não é obrigado a pagar a diferença para utilizar um item que vai além do que o valor que o plano de saúde cobre”, explica o especialista Welder.

O que fazer?
A ANS, responsável por regular e fiscalizar as operadoras de plano de saúde, não tem atribuição legal de supervisionar prestadores de serviços como hospitais, clínicas e profissionais de saúde. No entanto, quando houver cobrança extra ou indevida, a reguladora orienta o beneficiário a entrar em contato com a operadora do plano para expor a situação. Caso o problema não seja resolvido, é possível registrar reclamação por meio dos canais de atendimento ao consumidor da ANS.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante ao cliente o direito à informação adequada e clara sobre serviço contratado. Além de proteger contra métodos comerciais coercitivos ou desleais. “No caso das clínicas que cobram a mais ou não explicam certo, trata-se de uma prática desleal induzindo o consumidor ao erro”, explica Welder.

O advogado indica para o consumidor entender o método proposto para o tratamento junto com o médico e verificar a cobertura com o plano de saúde. “É sempre importante que ele faça o contato com o convênio antes de efetuar os pagamentos por fora, para esclarecer as dúvidas”, ressalta.

Se o plano de saúde recusar a cobertura, o beneficiário pode entrar na Justiça para que o convênio pague ou faça o ressarcimento de valores, eventualmente, desembolsados. Segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), caso a pessoa identifique a prática pelo profissional de saúde, ela deve fazer denúncia na delegacia ou para o próprio ministério, a fim de verificar a prática de crime.

Entenda a cobertura
De acordo com a ANS, as operadoras de convênios de saúde são obrigadas a oferecer tudo o que está previsto no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde aos planos comercializados desde janeiro de 1999 e aos planos antigos adaptados, adquiridos antes e ajustados legalmente.

A agência defende que o atendimento deve ser garantido dentro dos prazos máximos estabelecidos, e o beneficiário não deve pagar por serviços referentes às assistências médicas prestadas inclusos na cobertura do plano de saúde.

“É importante destacar que os procedimentos com cobertura obrigatória, conforme a RN nº 465/2021, também têm assegurada a cobertura de todas as taxas, materiais, contrastes e medicamentos, entre outros, necessários para a sua execução, desde que estejam regularizados e registrados e suas indicações constem da bula/manual perante a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), devendo ser respeitados os critérios de credenciamento, referenciamento, reembolso ou qualquer outro tipo de relação entre operadora e prestadores de serviços de saúde”, informou a ANS.

Fale com a ANS

Para tirar de dúvidas e registrar reclamações, a agência reguladora disponibiliza os seguintes canais de atendimento ao consumidor:
» Disque ANS (0800 701 9656): atendimento telefônico gratuito, de 2ª a 6ª feira,
das 8h às 20h, exceto feriados nacionais.
» Central de atendimento para deficientes auditivos: 0800 021 2105.

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“O ambiente corporativo precisa ser acolhedor para fazer qualquer talento se sentir bem”, afirma Camila Calais sobre diversidade.

Aconteceu, na última sexta-feira (12), mais uma edição do programa “Essas Incríveis Mulheres do Seguro”, que recebeu Solange Beatriz Palheiro, diretora de relações de comunicação da CNSEG; Camila Leal Calais, advogada e sócia do Escritório Mattos Filho e Kelly Lubiato, diretora de redação da Revista Apólice.

As convidadas trataram sobre a importância da diversidade no setor de seguros. Solange explicou que na CNseg existe um programa interno de diversidade, onde o primeiro movimento foi feito em conjunto com os líderes. “O mercado, hoje, reconhece que é importante valorizar a diversidade, as mulheres já são a maioria do setor, mas os cargos executivos ainda estão no lado masculsuno. Estamos crescendo, as áreas administrativa já entenderam que a diversidade promove inovação”.

Kelly, por sua vez, afirmou que as mulheres estão ocupando cargos cada vez mais cedo porque são capazes, estão preparadas, têm um olhar afetuoso para as equipes, para os problemas. “Quando você tem mais mulheres atuando, os homens também se beneficiam. O olhar sobre as mulheres está mudando, elas estão tomando conta de todos os espaços. Desejo que as minhas filhas saiam nas ruas e ninguém mexa com elas, isso está na cabeça dos homens e é neles que temos que trabalhar”, pontuou.

No entanto, na opinião de Camila, um caminho ainda precisa ser trilhado. Ela afirma que é preciso fazer o ambiente corporativo ser tão acolhedor para fazer qualquer talento se sentir bem. “Nós precisamos poder escolher 100% da população inteira e só vamos conseguir isso em empresas que entendam, que sejam flexíveis. Ter mais mulheres não é só porque é bom, porque é correto, mas porque é bom para o negócio”.
Na próxima segunda-feira (15), o programa “Essas Incríveis Mulheres do Seguro” continua. Desta vez, estarão presentes executivas da Wiz: Carla Nabarrete, Diretora de Marketing e Tecnologia; Francesca Bianco, Diretora Executiva da Wiz Benefícios; Stephanie Zalcman, Diretora de Placement da Wiz Corporate.

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Qualicorp promove debate com lideranças femininas

Evento online, realizado nesta quinta-feira (11), fomentou discussões sobre os desafios enfrentados pelas mulheres em todos os setores, em especial no mercado de trabalho

A Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, realizou uma live especial nesta quinta-feira (11) para debater os desafios da mulher na construção de sua vida profissional e na busca por mais espaço no mercado de trabalho. A iniciativa integra as ações em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado na última segunda-feira (8), e faz parte da campanha “Seja Sua Própria Heroína”, que tem como objetivo impactar o público feminino e masculino com ações internas, como a elaboração de uma cartilha digital de consulta com as melhores práticas para evitar preconceitos e garantir a equidade entre gêneros.

A mediação do evento ficou a cargo de Alissan, ex-participante do The Voice e atual embaixadora do Quali Plural, programa da Qualicorp que tem como objetivo promover a transformação cultural, o respeito à diversidade e o desenvolvimento de mindset inclusivo da liderança e dos demais funcionários. Além dela, o evento contou com a presença de Ana Paula Carracedo, diretora de Compliance, Auditoria e Riscos da Quali, que esteve à frente do Pacto Global da ONU e é membro do Comitê de Compliance da AMCHAM, Dilma Campos, CEO Outra Praia e Conselheira da AMPRO e Rede Mulher Empreendedora, Ana Tomazelli, Presidente e Fundadora do Ipefem, e Tanisa Moreira Fogaça, corretora parceira da Quali.

“Enfrentamos constantemente a síndrome da impostora. Recentemente, quando estava participando do processo seletivo para ser diretora na Quali descobri que estava grávida e automaticamente fui informar o gestor que teria que desistir da vaga, pois estava grávida”, contou Ana Paula Carracedo. “E foi então que levei uma lição de vida, pois ao informar o meu gestor, recebi a notícia de que não estavam me contratando por seis meses e que a gravidez não seria um empecilho”, relembrou a executiva.

A ampliação da representatividade feminina é parte de um contexto ainda maior, de diversidade e inclusão na Quali. “Temos como premissa nos tornarmos ainda mais inclusivos e garantir que a empresa continue sendo feita por e para pessoas, respeitando constantemente os diferentes públicos, sejam internos ou externos”, afirma Flávia Pontes, diretora de Pessoas & Cultura da Quali.

“Mudar o comportamento e a atitude das pessoas, incluindo as lideranças corporativas, é um processo que requer exercícios constantes para reavaliação de atitudes e operações. Para isso, realizamos oficinas e formamos grupos de discussão para abordar as diferentes necessidades dos mais variados públicos”, comenta a executiva, que reforça que esse trabalho representa uma transformação cultural e faz parte do Quali Plural.

Ações de dentro para fora

O Quali Plural prevê, além das oficinas e campanhas, mudanças nos processos seletivos para diversificar ainda mais o perfil dos mais de 2.300 colaboradores da empresa. Hoje, a Quali tem cerca de 70% de seus colaboradores mulheres e, recentemente, realizou processos seletivos para funções executivas exclusivamente para o público feminino. Com isso, alcançou a marca de 55% dos cargos de liderança ocupados por mulheres.

Atualmente, a Quali conta com 30% de pardos e negros, mais de 6% de colaboradores com mais de 50 anos, 5% são pessoas com deficiência (PCDs) e 3% são pessoas autodeclaradas LGBTQIA+.

Entre as ações com o público externo, a Qualicorp firmou uma parceria com o Ipefem (Instituto de Pesquisas & Estudos do Feminino) para prestar, durante quatro meses, atendimento focado na saúde mental de 24 mulheres em situação de vulnerabilidade social, que residem em comunidades da Zona Leste de São Paulo.

O vídeo completo da live está disponível no canal da Quali no YouTube. Para acessá-lo, é só clicar aqui.

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