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O seguro é vital para a agricultura’

“Temos que ter um seguro forte, com um fundo de catástrofe robusto”, diz o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues

Um dos maiores especialistas em agronegócios do país, com trânsito livre nos principais fóruns do setor no mundo, o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues acompanha com atenção os movimentos que redefinirão as relações entre os setores público e privado no campo, conta o Valor Econômico.

Coordenador do Centro do Agronegócio da Fundação Getulio Vargas (FGV), Rodrigues está convencido de que é hora de reduzir os subsídios ao crédito rural concedido a grandes produtores para preservar recursos para pequenos e médios, como defende o governo Bolsonaro. Mas entende que, para que o crédito seja acessível sem taxas de juros equalizadas pelo Tesouro, é preciso turbinar o programa federal de subvenção aos prêmios do seguro rural, que atualmente conta com pouco mais de R$ 400 milhões e cobre parcela inferior a 5% da produção agrícola.

‘O seguro é a ferramenta contemporânea mais importante para a agricultura. Temos que ter um seguro forte, com um fundo de catástrofe robusto’, diz.

Para Rodrigues, esse fundo, já previsto em lei, tem de ser alimentado por recursos do governo e do setor privado para ganhar envergadura e tornar o ambiente mais palatável para as seguradoras, uma vez que é a ele que essas empresas recorrerão em casos de grandes quebras climáticas. ‘É preciso haver uma transição para que os subsídios sejam reduzidos e o seguro, fortalecido. Mas essa transição tem que ser rápida, de três ou quatro anos, e deve vir acompanhada pelo estabelecimento de uma política de preços de garantia mais eficiente que a atual de preços mínimos’, afirma Rodrigues. Segundo ele, para que o seguro de fato ganhe relevância seria necessário um orçamento de até R$ 6 bilhões para as subvenções por safra.

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Cinco maneiras que as insurtechs podem proteger seus dados confidenciais

Boletim de Monitoramento | 20 de fevereiro de 2019

Esta edição do Boletim GFIA traz, entre diversas matérias, uma da Reinsurance News sobre declaração da consultoria KPMG, que considera as insurtechs um grande negócio. Também abordando o tema, a Digital Insurance apontou cinco maneiras pelas quais as insurtechs podem proteger os dados confidenciais das grandes empresas.

De acordo com o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, em entrevista à Rádio CNseg, “as fintechs não são uma ameaça ao mercado segurador, porque elas não competem com o mercado tradicional de seguros, que precisam formar reservas e capitais, uma tarefa que não é trivial. Pelo contrário, elas constituem uma oportunidade porque têm uma carga de tecnologia muito grande, que pode ser incorporada pelas seguradoras”.

A Federação Global de Associações de Seguros (GFIA, na sigla em inglês) é uma associação sem fins lucrativos criada para representar as associações de seguros nacionais e regionais que atendam aos interesses gerais das empresas de seguro de Vida, Saúde, Seguros Gerais e Resseguro. A instituição tem como objetivo fazer representações aos governos nacionais, reguladores internacionais e outros em nome do mercado segurador mundial. Com 40 instituições associadas, entre elas a CNseg, a GFIA representa cerca de 87% do total de produção de prêmio de seguros no mundo.

Semanalmente, a GFIA distribui aos seus membros um Boletim com um compilado de consultas, publicações e notícias com o objetivo de contribuir para um diálogo internacional sobre questões de interesse comum do mercado segurador.

Para mais informações sobre a GFIA, acesse seu site institucional: www.gfiainsurance.org/en.

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Seguro de vida é plano de risco que mais cresce em razão da violência

Prêmio direto para a modalidade sobe 24% em 2018, totalizando uma arrecadação que ultrapassou R$ 3,2 bilhões

O número de homicídios no Brasil bateu seu recorde histórico em 2016, chegando a 62,5 mil ocorrências ao ano, segundo o Atlas da Violência 2018, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quase 26% superior em relação a uma década atrás, o índice é uma das razões mais expressivas do aumento na contratação de coberturas de risco pelo brasileiro, de acordo com o especialista Cláudio Moreira, fundador da Melhor Seguros.

Houve um crescimento de aproximadamente 24% no prêmio direto (valor das contratações) para seguros de vida individuais entre janeiro e novembro do ano passado, totalizando uma arrecadação que ultrapassou os R$ 3,2 bilhões. No mesmo período de 2017, o acumulado foi de R$ 2,6 bilhões, conforme aponta um levantamento da FenaPrevi, com base em dados da Susep. “O medo de deixar os filhos desamparados durante a faculdade, o cônjuge sem meios para reestruturar a vida ou até mesmo um integrante de um casal LGBTQ+ que não esteja legalmente casado sem recursos, são alguns dos motores desse mercado”, afirma Moreira.

Além do individual, o seguro de vida em grupo e a prestamista também apresentaram crescimentos expressivos: 6% e 20%, respectivamente. “O primeiro é voltado a funcionários de empresas, associações e sindicatos em caso de invalidez ou falecimento – natural ou causado por algum acidente; já o segundo, é direcionado à quitação de dívidas, principalmente financiamentos de veículos e imóveis”, explica o especialista. Ambas as modalidades de vida e a prestamista correspondem, juntas, a 69% do prêmio direto acumulado em 2018, que soma R$ 34,4 bilhões.

Por outro lado, o fundador da Melhor Seguros lembra que os planos de risco não são voltados exclusivamente a casos de falecimento, mas também permitem que o segurado possa se resguardar financeiramente em vida. “Há contratos que cobrem até doze tipos de doenças graves ou que impeçam o indivíduo de seguir carreira. Uma vez comprovado o diagnóstico, a indenização é feita em vida”, diz. Entre essas doenças estão necessidade de transplante de órgãos, ataque cardíaco e todos os tipos de câncer.

“É recomendável, inclusive, que as mulheres contratem esse tipo de seguro em específico, devido aos altos índices de câncer de mama no Brasil”, lembra Moreira. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), esse tipo da doença representa 29% dos novos casos a cada ano no país.

Há quatro anos no comando da própria startup e com uma experiência de oito anos no mercado de seguros, Moreira observou a demanda por coberturas de vida crescer 30% em 2018, aumento que deve chegar a 45% até o final de 2019, prevê o especialista.

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Subvenção do governo ao seguro rural pode alcançar R$ 1 bilhão

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, revelou que está tentando aumentar a verba destinada pelo Governo Federal ao seguro rural, que protege os produtores em casos de prejuízos na safra.

O orçamento aprovado para a safra 2018/ 2019 é de R$ 440 milhões, e, de acordo com Tereza Cristina, a meta é conseguir a liberação de mais R$ 600 milhões com a equipe econômica do governo.

Atualmente, a subvenção ao seguro rural atende 42 mil grandes produtos em todo Brasil. Caso a ministra consiga a aprovação, o benefício poderá atingir cerca de 150 mil produtores.

“Se conseguirmos taxas de juros razoáveis e um seguro rural maior e mais robusto, teremos mais crédito disponível para os produtores”, completa Tereza Cristina.

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Tecnologia para corretores de seguro impulsiona seguros imobiliários em 2019

Rossana Costa, diretora da GEO

O mercado de construção civil tem se notabilizado nos últimos anos pela evolução tecnológica em diversas áreas, beneficiando-se dos avanços como em modelagem 3D, com ferramentas como o BIM e até mesmo o uso de drones para captura de imagens, reduzindo riscos, custos e até mesmo os cronogramas de entrega.

No intuito de acompanhar o desenvolvimento das construtoras e incorporadoras no boom de obras e tecnologia na década de 2000, o cenário de seguros da construção civil também iniciou sua transformação digital.

Apesar do avanço em investimentos e na disponibilidade das novas tecnologias no mercado de seguros, quando tratamos de seguros para a construção civil e imobiliário ainda há uma defasagem na adoção pela cadeia, dado que o caráter do setor sempre foi o de baixa concorrência e maior conforto em relação à necessidade de inovar. Por conta disso, não houve um desenvolvimento com todo o potencial oferecido pelo mercado, como já vem ocorrendo com mais força em setores mais ligados ao consumidor final, como o automotivo e vida, por exemplo.

Esse cenário foi transformado com as novas tecnologias baseados em computação na nuvem e Big Data, que possibilitaram o cruzamento de grandes volumes de dados para análise de riscos, precificação de prêmios e para embasar uma tomada de decisões mais assertiva. Isso também inclui avanços na inteligência artificial para experiência do consumidor, acessibilidade por dispositivos móveis na Internet das Coisas e a automação de processos e experiências por meio do machine learning.

Segundo o levantamento da Tata Consultancy Services (TCS), o mercado de seguros é um dos que mais investe no desenvolvimento de inteligência artificial, especialmente vindo das insurtechs, que já receberam investimentos acima de US$ 9 bilhões desde 2010, segundo o estudo InsurTech Outlook, e as seguradoras estão entre os grandes investidores.

De fato, a oportunidade para inovar é grande, tanto para desenvolvimento como para adoção de tecnologias que buscam reduzir custos, tempo e burocracia no trabalho do corretor e das seguradoras. Hoje, a maior parte do tempo de um corretor de seguros está ligado a atividades burocráticas, e a demora para emitir apólices dentro dos sistemas tradicionais pode levar dias para ocorrer.

Um exemplo de como a tecnologia pode servir como um “quarto participante” da cadeia do seguro imobiliário (além das seguradoras, corretoras e clientes) é em relação a Garantia de Entrega de Obra. Este seguro é alvo de grande demanda do setor, mas conta com o desafio de acompanhar toda a gestão da construção por parte das seguradoras para conseguir gerenciar os riscos decorrentes.

A digitalização permite que todos os players, incluindo até mesmo o consumidor final, possam ter acesso em tempo real às informações como fotos, medições de banco de dados, mapeamentos e cronograma da construção. Tudo em uma única ferramenta, que oferece não apenas a transparência das informações, mas que também é capaz de atender às diferentes demandas de seguradoras, construtoras e corretores por meio de relatórios didáticos e personalizados.

Esta transparência na gestão de dados pode também ser vista em situações de seguro habitacional, obrigatório no financiamento imobiliário ao parcelar a compra de um bem imóvel. Por meio da digitalização, os corretores conseguem disponibilizar para seus clientes certificados individuais a cada mudança de crédito mensal. Assim, de forma proativa e em tempo real conseguem oferecer aos credores informações sobre os valores segurados de forma transparente, reforçando o seu papel de confiança em um setor que exige tanto esta qualidade e que costuma lidar com altas cargas de burocracia.

Por fim, a digitalização do setor de seguros serve como pilar fundamental para toda a evolução decorrente de soluções de Big Data e analytics, que conseguem entregar uma miríade de insights e análises que não são possíveis tendo como base documentos em papel ou em arquivos digitais que não estão incorporados em uma gestão unificada. O cenário agora é outro – apólices podem ser digitais e podem ser emitidas com um clique na tela.

Desafio cultural para adoção de tecnologias

Sabendo do desafio cultural do setor para adaptação de novas tecnologias, um dos desafios para a implementação de novas ferramentas é a portabilidade com as estruturas legadas complexas e extensas das grandes empresas do meio, o que torna os processos internos de digitalização mais lentos e custosos se feito internamente. Para 2019, no entanto, plataformas de tecnologia que facilitam essa integração para as seguradoras ficarão ainda mais acessíveis e populares, tirando das seguradoras os altos custos de implementação e manutenção.

Temos visto também que o entendimento das vantagens na digitalização pelos corretores ainda é nebuloso, considerando que apareceram no mercado insurtechs que propõem a substituição do corretor pela inteligência artificial. Não é preciso de muito esforço para mostrar que estas empresas estão se precipitando quanto à qualidade do que é entregue ao cliente, ainda mais se tratamos de clientes com exigências complexas, como acontece na construção civil. Não podemos e nunca devemos comparar os avanços da tecnologia com essa proposta.

Ao contrário, a maioria das empresas de tecnologia, insurtechs e seguradoras entendem o corretor como pilar central do trabalho com as diferentes ferramentas tecnológicas, que servem para auxiliá-los na entrega de processos mais velozes e assertivos. Segundo levantamento da Camara-e.net, das insurtechs brasileiras, mais de 62% tem como objetivo potencializar negócios para as seguradoras e 57% também querem trazer mais negócios aos corretores.

E quando tratamos da experiência de mercado, das especificidades das análises e das necessidades para variáveis de cada apólice e certificado, entendemos que o corretor é fundamental e indispensável para o sucesso do setor. Nos momentos de uma opinião especializada ou dificuldades, clientes ainda preferem lidar diretamente com os corretores, o que mostra pesquisa da Accenture, apontando que 80% dos consumidores optam por resolver problemas com contato humanizado.

Para as seguradoras, os investimentos se tornam igualmente importantes para subsidiar melhorias no rendimento de seus corretores e para trazer ganhos em agilidade e eliminar custos significativos com a operação, que incluem manutenção da TI própria e equipes dedicadas a processos manuais e repetitivos.

Estamos diante de uma oportunidade para uma transformação no setor, dado que já temos à nossa disposição recursos altamente disruptivos e benéficos para auxiliar tanto os corretores e seguradoras, como também dos clientes na ponta. O mercado de seguros já projeta um grande crescimento em 2019, e um dos principais fatores de competitividade – e até de sobrevivência – será a adoção de novas tecnologias.

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Produção automobilística pode aumentar em 2019

A indústria automobilística tem boas perspectivas para 2019. Após dois anos de queda na produção automobilística pode continuar em ascensão neste ano. Os dados foram disponibilizados pela Anfavea e analisados no programa Panorama do Seguro.

Francisco Galiza, consultor de economia, explica que a queda de quase um milhão é reflexo da crise econômica. “Só não foi mais expressivo por causa da exportação”, afirma.

Entretanto, para 2019, estima-se que a produção atinja 3,1 milhões de unidades. Já o licenciamento deve ter um crescimento menor. “Tivemos 2,6 milhões de licenciamentos no ao passado. Teríamos que retornar aos 3,5 milhões. Possivelmente, isso só será possível em 2020 ou 2021”, conclui.

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Saiba quanto custa o seguro auto para mulheres

Há quem diga que seguro auto para mulheres é sempre mais barato. Um levantamento feito pela ComparaOnline mostra que a premissa não é válida para mulheres que tenham até 25 anos, que é considerado perfil de risco. O estudo registrou diferença de até 22,35% no valor do seguro para mulheres de faixas etárias diferentes.

Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil lembra que para calcular o valor de um seguro auto são considerados alguns fatores que determinam o risco do veículo ser roubado ou de haver um acidente com colisão. “Dentre as variáveis a faixa etária, 18 a 25 anos, é uma das que pesa bastante na determinação do valor, pois a seguradora avalia a experiência no volante do condutor. Assim, quanto mais jovem o condutor, mais ele paga pelo seguro, mesmo que sejam mulheres”, explica.

A pesquisa feita entre quatro seguradoras para o Renault Kwid 1.0 na cidade de São Paulo, obteve valores como R$ 2.151 para seguradas de 39 anos e R$ 7.681 para mulheres de 23 anos.

“Mulheres mais velhas possuem mais experiência na direção, isso as diferencia das mais novas. Se fizermos uma comparação com o sexo masculino, a faixa etária dos 39 anos também é mais barata, apesar de ambos possuírem experiência, as mulheres costumam conduzir com mais segurança e prudência no trânsito e, na maioria dos casos, se envolvem colisões leves que não valem o custo da franquia para acionar o seguro para o conserto do carro, homens registram acidentes mais graves, que levam abertura de sinistros para perda parcial ou total do veículo nas seguradoras”, finaliza Marchetti.

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