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Conheça algumas ações para a prevenção da cárie

Dra. Sandra Ossent, Gerente do Porto Seguro Odontológico, explica o que é a cárie e apresenta algumas medidas simples para sua prevenção

Com mais de 2 milhões de casos por ano no Brasil, a cárie é uma doença comum, mas necessita ser levada a sério, com a prevenção ou com o tratamento. Com o tempo as lesões resultantes da cárie podem evoluir, causando perda total do elemento dentário. Segundo a Dra. Sandra Ossent, do Porto Seguro Odontológico, com o tratamento existente é possível a manutenção do dente por meio de sua restauração.

“A odontologia evoluiu muito com o passar dos anos. Antigamente, na origem da profissão, casos complexos de cárie necessitavam da remoção do dente para aliviar a dor e evitar a evolução da doença. Com o avanço dos estudos, é possível tratarmos dos casos de maneira conservadora. Mas é importante destacar, que mais do que tratamento é preciso que se previna desde a infância esse tipo de doença, por meio de ações de cuidado com a saúde bucal”, destaca.  

A especialista alerta para o cuidado da higiene bucal e de uma prevenção desde a infância, além do controle das causas da doença. “A prevenção ocorre desde cedo, sendo assim, devemos ensinar as crianças e ajudá-las a ter hábitos de higiene bucal adequados”.

“Os alimentos e bebidas ingeridos entre as refeições podem aumentar a possibilidade de desenvolvimento da carie”, afirma. Além disso, recomenda-se evitar alimentos que possam grudar nos dentes com facilidade, como balas e doces.

A Dra. Ossent listou algumas medidas simples que podem ser tomadas como formas de prevenção:

Higienização adequada – Após cada refeição, sempre utilizando a escova e o fio dental. A higienização noturna é muito importante e recomenda-se supervisão dos pais até pelo menos os 8 anos de idade;

Utilização do flúor – Fazer uso de pasta com flúor, pois ele penetra na estrutura dental tornando-a mais resistente à cárie dental.

Aplicação de selante – A aplicação de selantes em dentes sem restaurações atua como barreira mecânica, protegendo a superfície dos dentes.

A doutora ressalta a importância de se consultar com o dentista para determinar quando a criança pode começar a utilizar o creme dental com flúor, além de ser necessário iniciar as visitas ao dentista logo no primeiro ano de vida. É recomendado, ainda, uma consulta a cada seis meses para acompanhamento.

Por esses e diversos outros motivos, é fundamental contar com um seguro odontológico. O portfólio do Porto Seguro Odontológico compreende desde empresas PMEs a partir de 3 vidas até grandes empresas. Mais informações, acesse portoseguro.com.br/seguro-odontologico.

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Ex-representante da Porto Seguro no Ceará morre após complicações da COVID-19

O mercado de seguros acaba de passar por mais uma grande perda: faleceu hoje (16), aos 71 anos, Almir Pinheiro, ex-representante da Porto Seguro no Ceará, após complicações causadas pela COVID-19. O profissional esteve no cargo até 2013, após 20 anos exercendo a função. “Ele era muito conhecido, muito querido e respeitado no mercado por todos os Corretores e dentro da Porto Seguro. Nós sentimos muito, a COVID é uma doença que nos pega de surpresa”, lamentou Robson Moraes, gerente da Sucursal Ceará da Porto Seguro.

O sepultamento aconteceu hoje a tarde, no Ceará. O CQCS se solidariza com familiares e amigos após uma perda tão grande.

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Preços dos planos de saúde sobem até 50% em 2021, diz Idec

ANS não faz acompanhamento adequado. Consumidores terão 3 reajustes neste ano

O acúmulo de reajustes em 2021 deixa planos de saúde coletivos até 50% mais caros, segundo pesquisa do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

O aumento exponencial dos valores cobrados se deve aos reajustes de 2020, que foi prorrogado, e o previsto para o mês de aniversário da pessoa em 2021. Além disso, há também a cobrança retroativa do que deixou de ser pago no ano passado.

De setembro a dezembro de 2020, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) interrompeu os reajustes das mensalidades dos planos coletivos, aqueles firmados por empresas, conselhos, sindicatos ou associações. Com o fim deste prazo, a agência permitiu a recomposição dos valores ao longo de 2021. Ou seja, aqueles que não foram cobrados no ano passado deverão ter que pagar a partir de janeiro.

A simulação do Idec foi feita com base nos valores indicados no Painel de Precificação da ANS de julho de 2020. Segundo o instituto, são dados oficiais “conservadores“porque não refletem as “históricas distorções no mercado de saúde suplementar“.

No caso dos planos individuais, que o reajuste foi impedido de ser feito em 2020 –seria de 8,14%– a cobrança passa a ser feita neste ano. A ANS ainda definirá o reajuste dos planos de saúde individuais para o ano de 2021 a 2022. Ou seja, o valor ficará ainda maior.

Os aumentos são registrados mesmo com as principais operadoras de planos de saúde mantendo ou até melhorando as condições financeiras.

De acordo com levantamento da Economatica, a pedido do Poder360, o lucro líquido do grupo Notre Dame subiu de R$ 292,18 milhões nos 9 primeiros meses de 2019 para R$ 581,18 milhões no mesmo período do ano passado. Considerando o mesmo intervalo de tempo, a rede Qualicorp registrou leve queda de R$ 326 milhões para R$ 324,5 milhões. O lucro da Hapvida aumentou de R$ 640,75 milhões para R$ 691,87 milhões.

“Não dá para a gente permitir extração de renda da população neste nível no momento em que a gente está vivendo, de pandemia, quando o outro lado [operadoras] não tem necessidade de receber isso”, disse a advogada e coordenadora do programa de Saúde do Idec, Ana Carolina Navarrete.

De acordo com ela, há uma omissão regulatória antiga da ANS, que há anos não faz um monitoramento adequado dos preços e reajustes dos planos coletivos. Não divulga ou disponibiliza médias anuais de alta nos valores cobrados ou outros dados para que outras instituições façam o trabalho que compete à agência reguladora.

Poder360 solicitou à ANS a média de reajuste anual dos planos coletivos nos últimos anos. Em resposta, disse que faz o monitoramento de valores cobrados para seguros com até 30 vidas. Acima disso, não sabe informar.

“É um problema grave, porque ela divulga dados de reajustes dos planos coletivos de até 30 vidas, as os coletivos grandes não divulga, e essa é uma informação importante. Já pedimos por LAI [Lei de Acesso à Informação] várias vezes e sempre há uma recusa”, disse Ana Carolina.

Considerando os reajustes dos planos de saúde coletivos com até 30 vidas, os dados estão desatualizados. A última base de informação é de maio de 2018 a abril de 2019. Também não divulga a média, só o percentual correspondente a cada empresa. Confira aqui.

O Idec fez um levantamento –já defasado– sobre os reajustes aplicados pelos planos coletivos com até 30 vidas. Em 2017, último dado disponível, o reajuste médio foi de 13,6%. Considerando as 10 maiores empresas, o percentual era de 18,2%.

A ANS define o teto de reajustes para planos individuais e familiares. Os coletivos empresariais e por adesão são definidos pelo mercado. Como não há limites definidos para a correção dos preços, tendem a ser mais caros.

Considerando os planos individuais e familiares, os reajustes foram acima da inflação 17 vezes nos últimos 20 anos. De 2000 a 2020, só em 2000, 2002 e 2003 ficaram abaixo.

O aumento dos preços não foram permitidos em 2020, mas serão cobrados neste ano –período ainda de pandemia de covid-19 e desemprego de 14,1%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A coordenadora do programa de Saúde do Idec disse que a omissão da ANS provoca um “cenário perfeito” para as operadoras dos planos. Com a pandemia de covid-19, as pessoas não deixam de pagar pelos seguros.

A agência contabilizou que o número de pessoas atendidas por planos subiu 1,2% em dezembro de 2020 em comparação com o ano anterior. Foram 560 mil a mais, atingindo 47,6 milhões de clientes atendidos por 707 operadoras de saúde.

“Você vai correr o risco de perder o seu plano de saúde? Não, não vai. A estrutura econômica força o consumidor a permanecer pagando. Ele vai se endividar, mas não vai abrir mão do plano de saúde agora porque não quer correr o risco de ficar sem leito”, disse a advogada do Idec. “Temos uma situação econômica gravíssima que não há estímulo para que o consumidor consiga se proteger. Está numa vulnerabilidade tamanha: um plano que não consegue pagar e do outro lado não recebe estímulos para sair. Se sair é risco de morte e desassistência”, completou.

Em novembro, depois de o anúncio da ANS de que os reajustes suspensos seriam repassados aos consumidores, o Idec enviou um ofício à agência em conjunto com a Defensoria Pública de São Paulo e outras entidades demandando a instauração de uma Câmara Extraordinária para avaliar a necessidade da recomposição com transparência e ampla participação social. O pedido foi reiterado em um 2º comunicado, mas nenhum dos dois foi respondido pela ANS.

O QUE DIZ A ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar disse que a suspensão dos reajustes dos planos coletivos de setembro a dezembro foi uma medida para dar alívio financeiro ao consumidor, “preservando a manutenção do plano de saúde, sem, contudo, desestabilizar as regras e os contratos estabelecidos”.

Sobre a recomposição de reajustes –ou seja, o pagamento retroativo–  a ANS determinou que deverá ser aplicada em 12 parcelas mensais e de igual valor.

“A agência buscou diluir o pagamento, a ser feito de forma escalonada para minimizar o impacto para os beneficiários e preservar os contratos. A ANS estabeleceu, ainda, que para que o usuário do plano de saúde saiba exatamente o que está sendo cobrado, os boletos ou documentos de cobrança equivalentes deverão conter de forma clara e detalhada: o valor da mensalidade, o valor da parcela relativa à recomposição e o número da parcela referente à recomposição dos valores não cobrados em 2020”, afirmou.

Disse ainda que o percentual de reajuste dos planos individuais autorizado para o período de maio de 2020 a abril de 2021 observou a variação de despesas assistenciais entre 2018 e 2019, período anterior à pandemia e que, portanto, não apresentou redução de utilização de serviços de saúde.

“A ANS vem acompanhando com atenção o cumprimento pelas operadoras de planos de saúde das regras estabelecidas pela reguladora para a recomposição dos reajustes suspensos em 2020 em razão da pandemia. Além de acompanhar as operadoras, a Agência vem realizando desde março de 2020 (início da pandemia) o monitoramento diário das demandas registradas em seus canais de atendimento ao consumidor para pedidos de informação e registro de reclamações”, disse.

O QUE DIZEM AS OPERADORAS

FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) disse que os reajustes aplicados obedecem rigorosamente às regras contratuais e a legislação definida pela ANS. Refletem o aumento de custos ocorrido na saúde entre 2018 e 2019, e não o comportamento recente, durante a pandemia.

“A existência de casos específicos e extremos de reajuste não retrata o que ocorre na imensa maioria dos 47,6 milhões de contratos de saúde suplementar vigentes no país, nos quais os percentuais aplicados têm seguido a média histórica observada nos últimos anos, tanto para os reajustes por mudança de faixa etária, quanto para os aumentos anuais”, disse a FenaSaúde.

Sobre o reajuste por faixa etária, a federação disse que “evidências” indicam que os percentuais ora aplicados não diferem significativamente da média histórica observada nos últimos anos. “A forte concentração de aumentos na faixa de 59 anos de idade se deve à aplicação do que determina o Estatuto do Idoso, que acaba por impedir a diluição desses reajustes por período mais longo, o que atenuaria bastante o impacto sobre os orçamentos”, afirmou.

A FenaSaúde disse que cabe à ANS definir o que incidirá sobre as mensalidades dos planos em 2021, levando em consideração a variação das despesas verificadas em 2020.

LEIA AS NOTAS DA ANS E FENASAÚDE NA ÍNTEGRAINFORMAÇÕES DA ANS

ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece que a decisão de suspender os reajustes dos planos de saúde no período de setembro a dezembro de 2020 foi tomada diante de um cenário de dificuldade para o beneficiário, em função da retração econômica acarretada pela pandemia e de redução da utilização dos serviços de saúde no período. Dessa forma, a medida buscou conferir alívio financeiro ao consumidor, preservando a manutenção do plano de saúde, sem, contudo, desestabilizar as regras e os contratos estabelecidos.

Quanto à recomposição dos reajustes que foram suspensos nesse período, a ANS determinou que deverá ser aplicada em 12 parcelas mensais e de igual valor. Dessa forma, a Agência buscou diluir o pagamento, a ser feito de forma escalonada para minimizar o impacto para os beneficiários e preservar os contratos. A ANS estabeleceu, ainda, que para que o usuário do plano de saúde saiba exatamente o que está sendo cobrado, os boletos ou documentos de cobrança equivalentes deverão conter de forma clara e detalhada: o valor da mensalidade, o valor da parcela relativa à recomposição e o número da parcela referente à recomposição dos valores não cobrados em 2020.

Cabe explicar que o percentual de reajuste autorizado para o período de maio de 2020 a abril de 2021 observou a variação de despesas assistenciais entre 2018 e 2019, período anterior à pandemia e que, portanto, não apresentou redução de utilização de serviços de saúde. Os efeitos da redução serão percebidos no reajuste referente a 2021.

A ANS vem acompanhando com atenção o cumprimento pelas operadoras de planos de saúde das regras estabelecidas pela reguladora para a recomposição dos reajustes suspensos em 2020 em razão da pandemia. Além de acompanhar as operadoras, a Agência vem realizando desde março de 2020 (início da pandemia) o monitoramento diário das demandas registradas em seus canais de atendimento ao consumidor para pedidos de informação e registro de reclamações. Confira aqui.

Dessa forma, a ANS atua fortemente na intermediação de conflitos entre beneficiários e operadoras através da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP). A partir de uma reclamação registrada na Agência, uma notificação automática é encaminhada à operadora responsável, que tem até 5 dias úteis para resolver o problema do beneficiário nos casos de não garantia da cobertura assistencial, e 10 dias úteis para as demandas não assistenciais. Até outubro de 2020, a NIP alcançou 93,3% de resolutividade, considerando todas as demandas cadastradas na ANS no período que foram passíveis de mediação. A alta resolutividade em um ano tão atípico e de tantos desafios impostos ao setor de saúde demonstra o êxito da agência reguladora na intermediação de conflitos entre beneficiários e operadoras, evitando, assim, uma potencial judicialização.

A Agência destaca ainda que vem acompanhando os impactos da pandemia e tem dado total transparência às informações por meio do Boletim Covid-19 Saúde Suplementar (confira aqui a edição de janeiro). Através desse acompanhamento, a ANS vem avaliando os cenários para que seja possível tomar as decisões mais acertadas em prol do setor, buscando proteger o consumidor e preservar o equilíbrio e a sustentabilidade do sistema suplementar de saúde.
Sobre os reajustes

No caso dos planos individuais ou familiares, o percentual máximo de reajuste que pode ser aplicado pelas operadoras é definido pela ANS. Para o período de maio de 2020 a abril de 2021, o índice estabelecido foi de 8,14%.

No caso dos planos coletivos com 30 beneficiários ou mais, estes possuem reajuste estabelecido a partir da relação comercial entre a empresa contratante e a operadora, em que há espaço para negociação entre as partes. Já o reajuste dos planos coletivos com menos de 30 beneficiários conta com uma regra específica de agrupamento de contratos, o chamado pool de risco. Dessa forma, todos os contratos coletivos com menos de 30 vidas de uma mesma operadora devem receber o mesmo percentual de reajuste anual. Esta medida tem o objetivo de diluir o risco desses contratos, oferecendo maior equilíbrio no cálculo do reajuste.

Além disso, as operadoras devem seguir regras determinadas pela ANS para aplicação dos reajustes coletivos, tais como: obrigatoriedade de comunicação do índice aplicado e de informações no boleto de pagamento e fatura; periodicidade do reajuste e impossibilidade de discriminação de preços e reajustes entre beneficiários de um mesmo contrato e produto; e obrigatoriedade de disponibilização à pessoa jurídica contratante da memória de cálculo do reajuste e metodologia utilizada com o mínimo de 30 dias de antecedência da data prevista para a aplicação do reajuste, e ao beneficiário, 10 dias após a aplicação do reajuste, desde que solicitado.

Para mais informações sobre os reajustes, em todas as modalidades, acesse aqui.

Quanto foi o reajuste de 2020? Quanto foi o reajuste de 2021?

Como informado acima, para o período de maio de 2020 a abril de 2021, o índice máximo autorizado para reajuste dos planos individuais ou familiares foi de 8,14%. O histórico dos percentuais de reajuste autorizados para os anos anteriores pode ser verificado neste link.

Vocês também têm o reajuste médio de cada ano (desde 2000) dos planos coletivos empresariais e por adesão?

Os percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras para os contratos coletivos com menos de 30 beneficiários estão disponíveis neste link (dados disponíveis até abril de 2019).

Para obter dados mais atualizados sobre os percentuais de reajustes em contratos coletivos (a partir de 2015 até agosto de 2020), acesse o portal de dados abertos da ANS em Reajuste de Planos coletivos – Conjuntos de dados – Portal Brasileiro de Dados Abertos.

FenaSaúde

Todos os reajustes aplicados obedecem rigorosamente às regras contratuais e a legislação definida pela ANS. Refletem o aumento de custos ocorrido na saúde entre 2018 e 2019, e não o comportamento recente, durante a pandemia.

A existência de casos específicos e extremos de reajuste não retrata o que ocorre na imensa maioria dos 47,6 milhões de contratos de saúde suplementar vigentes no país, nos quais os percentuais aplicados têm seguido a média histórica observada nos últimos anos, tanto para os reajustes por mudança de faixa etária, quanto para os aumentos anuais.

Os reajustes de planos individuais são, por lei, fixados pela ANS e não eram aplicados desde 2019. Neste ano foram até inferiores aos de anos recentes, também fixados pelo órgão regulador e seguidos pelas operadoras.

Quanto aos aumentos por mudança de faixa etária, as evidências indicam que os percentuais ora aplicados não diferem significativamente da média histórica observada nos últimos anos. A forte concentração de aumentos na faixa de 59 anos de idade se deve à aplicação do que determina o Estatuto do Idoso, que acaba por impedir a diluição desses reajustes por período mais longo, o que atenuaria bastante o impacto sobre os orçamentos.

Em relação ao percentual que incidirá sobre as mensalidades neste ano, refletindo a variação das despesas verificada em 2020, cabe à ANS defini-lo e espera-se que isso seja feito no momento oportuno, acompanhando o comportamento da assistência privada à saúde no primeiro ano de pandemia no país.CONTINUAR LENDO

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Grupo do CQCS no Telegram informa principais notícias do Mercado de Seguros

Lançado na última sexta-feira (12), o grupo do Telegram Bom Dia Seguro, transmite as principais notícias e novidades do mercado de seguros, diariamente. O grupo é exclusivo para essa finalidade, sem interação entre os participantes.

Lançado em 2013, o Telegram é um serviço de mensagens instantâneas, que hoje já conta com mais de 400 milhões de usuários, sendo um dos principais concorrentes do WhatsApp no Brasil. 
Mauro Guarita Sabino, que faz parte do grupo de notícias no Telegram, revelou ser uma ideia muito boa para divulgar as notícias, para quem não quer fazer parte do grupo do WhatsApp. “É uma ótima opção para os Corretores”, revelou.

Cadastre-se para receber gratuitamente uma seleção com as notícias mais relevantes do dia ou da semana no seu celular. Para participar, faça o seu cadastro através do link: https://www.cqcs.com.br/cadastre-se/. Caso você já seja cadastrado no CQCS, envie um Fale Conosco solicitando participar do grupo do Telegram. Link: https://www.cqcs.com.br/fale-conosco/

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Startup paranaense recebe aporte de novo fundo de investimentos

O Paranaportal informa que a Segfy, uma startup paranaense que oferece sistema de gestão operacional e estratégica para corretores de seguros, fez uma transação com a Porto Seguro e, através do seu Fundo de Investimento em Participações Porto Ventures, a Porto Seguro assinou acordo para aquisição de 74,67% da Segfy Tecnologia. O Paranaportal afirma que o aporte tem o objetivo de fomentar o crescimento da Segfy e contribuir para que a empresa continue desenvolvendo novas soluções para este mercado.

A Segfy ficou no Top 10 Insurtech 2021 do Distrito Insurtech Report. Isso significa que ela foi considerada uma das dez insurtechs mais importantes do país. Ela também recebeu esse título em 2020, além de outras seis premiações.

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Governo lança hoje novas regras para tentar baratear seguro de automóveis e residenciais

Com desregulamentação, meta é simplificar e diversificar a oferta e aumentar a concorrência, mas há risco para o consumidor

A partir de 1º de março, as seguradoras terão total liberdade para ofertar aos consumidores combos, ou seja, pacotes de serviços com a combinação de vários de tipos de cobertura em uma mesma apólice.

Atualmente, isso não é possível. Todos os produtos precisam de aprovação prévia da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O governo decidiu liberar o mercado de seguros de danos, destinados a proteger o patrimônio das pessoas e das empresas, como os de vida, residencial e de automóveis.

Segundo o diretor técnico da Susep, Rafael Scherre, o emaranhado de regras atuais torna o processo burocrático e caro, o que dificulta o acesso da população aos seguros:

O objetivo da desregulamentação do setor é diversificar os produtos oferecidos, reduzir preços ao consumidor final e ampliar a cobertura do seguro no país. Os produtos poderão ser estruturados de forma flexível, sem análise prévia ou aprovação das condições contratuais.

A nova regra já passou por consulta pública e será divulgada amanhã pelo órgão regulador. A expectativa da Susep é que, já no segundo trimestre, comecem a aparecer produtos com cara nova no setor.

Com a mudança, será possível, por exemplo, fazer um seguro residencial para proteger a casa só quando o morador estiver fora, no trabalho ou em viagens, um sistema de liga-desliga.

Esse modelo de contratação intermitente já existe para veículos e permite ao motorista acionar o seguro só quando sai da garagem.

Além de danos como furto e incêndio, o seguro residencial poderá prever assistências e serviços de manutenção de geladeira, máquina de lavar, chaveiro e encanamento.

O morador poderá incluir ainda coberturas relacionadas a riscos no transporte, nos deslocamentos para o trabalho.

Produtos sob medida

O seguro do celular, hoje restrito à cobertura de furto, perda e queda do aparelho, poderá abranger proteção de dados, minimizando assim danos com vazamento de informações — cobertura, aliás, que já está no radar das seguradoras.

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A influência do mercado de capitais no setor de seguros

Assim como em todo e qualquer setor do mercado e da sociedade em que vivemos, a tecnologia exerce um papel fundamental na forma como vivemos e trabalhamos.

No setor de seguros, isso não seria diferente, visto que termos e conceitos como seguros peer to peer, big data, internet das coisas ou blockchain vieram para ficar e são cada vez mais utilizados e aplicados dentro das empresas deste setor.

Porém, o que você talvez não saiba, é que um outro fator também tem impacto e poder de transformação semelhante à tecnologia no mercado segurador: o mercado de capitais.

Um bom exemplo disso são as as ISLs (insurance-linked securities), títulos indexados a seguros que são impactados por esse mercado. Com isso, ao adquirir esse tipo de título, o mercado de capitais torna-se mais um player a fazer parte da cadeia entre indivíduos, empresas e governos.

A iniciativa do mercado traz outros desdobramentos. No caso das ISLs, a garantia passa a ser além das próprias seguradoras e resseguradoras, porém, como em qualquer título, as ISLs não estão isentas de riscos, podendo ser classificados como triplo A, B, entre outros.

Stock market analysis Free Vector

Entretanto, apesar do uso do mercado de capitais no setor segurador ser comum em outros países, como nos Estados Unidos por exemplo, por enquanto, ainda não é possível que as seguradoras transfiram seus riscos para o mercado de capitais no Brasil, embora já haja uma movimentação em conjunto com órgãos reguladores para essa implantação no mercado brasileiro.

E você? Quais vantagens acredita que a iniciativa do mercado traria para o setor de seguros no Brasil? Comente

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Empresa referência no segmento de seguros recebe investimento de R$ 13 milhões

O Grupo Delta, referência nacional em tecnologia e serviços para o segmento de seguros e transportes, acabou de receber um investimento de R$ 13 milhões da Randon Ventures. A informação foi divulgada pelo site Baguete, no último dia 09/02.

Fundado em 2015, o Grupo Delta começou como uma startup dedicada à plataforma de assistência a veículos, agregando com o tempo funcionalidades de rastreamento e sistemas para grandes frotas. Hoje, a empresa atende as maiores transportadoras do país, e uma das maiores seguradoras do mundo.

A base de clientes tem, hoje, mais de 200 mil veículos assistidos e trabalha com uma rede de 5 mil prestadores de serviços espalhados por todo o país. A distribuição dos seus produtos é feita por mais de 2 mil corretores de seguros, e hoje atende mais de 10 mil ocorrências por mês. 

A Randon Ventures trabalha focada em novas tecnologias para os segmentos de logística, serviços financeiros, seguros e mobilidade das coisas como forma de ampliar o portfólio da companhia.

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Ex-Corretor de Seguros é acusado de enganar e sumir com R$ 125 mil de cliente

A Justiça de São Paulo bloqueou, em dezembro, parte dos bens de Jorge Augusto Pereira Paiva, ex-corretor de seguros de vida que atuava na seguradora Prudential. As informções foram dadas pelo site ‘Portal do BitCoin’. Ainda segundo o portal, ele é acusado de enganar e sumir com R$ 125 mil em bitcoin de um casal de idosos aposentados. Conforme a decisão, Paiva também terá que pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais. 

O Portal do Bitcoin teve acesso à íntegra do processo, que é público. A defesa das supostas vítimas, identificados como Fernando Antônio Arantes e Rosangela Pereira, informou que o Corretor prestou serviço para a filha do casal no final de 2019, por meio da Prudential. Durante o relacionamento entre os dois, ainda segundo a defesa, o ex-corretor de seguros, proprietário da empresa J&CA Corretora de Seguros de Vida, teria virado amigo dos pais dela e se transformado em uma espécie de conselheiro financeiro antes de aplicar o suposto golpe.

O Diário Oficial de São Paulo publicou, na quinta-feira (15), o juiz José Fernando Steinberg, da 1ª Vara Cível de Campinas (SP), disse que há um “grau elevado de culpa dos réus, que obtiveram valores, prometendo remuneração/retorno financeiro impossível”. 

A reportagem do Portal contatou a Prudential, que não é ré na ação. Em nota, a empresa informou que não faz parte do processo judicial mencionado e, por isso, desconhece os detalhes de seu conteúdo. A seguradora ainda informou que Paiva e a J&CA não fazem “mais parte da rede de franquias da Prudential desde setembro de 2019” e que “lamenta qualquer infortuno vivenciado pelo casal”. 

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Renault Kwid 2021: qual é o valor do seguro do carro mais barato do Brasil?

Preço pode variar bastante dependendo do perfil e também da seguradora

Renault Kwid 2021 tem preços entre R$ 39.290 e R$ 50.390. Você viu também que o valor das revisões até 60 mil quilômetros da versão de entrada Life é diferente das outras (Zen, Intense e Outsider). Mas e o seguro? Fizemos as cotações e a diferença de preço entre a mais barata e a mais cara pode chegar a R$ 800! Confira!

*A cotação foi feita pela Limiar Seguros (11-2506-9242) com base no perfil de um homem de 40 anos, casado, morador da zona sul de São Paulo, sem bônus.

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