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DPVAT terá novo meio de pagamento de indenizações

DPVAT terá novo meio de pagamento de indenizações. A Caixa Econômica Federal, que assumiu em 2021 a gestão dos recursos e pagamentos das indenizações do DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT), lançou um aplicativo de celular para que os segurados possam dar entrada nos pedidos.

De acordo com o banco, vítimas de acidentes de trânsito ou seus beneficiários poderão dar entrada no pedido de indenização por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas pelo app, que permite o envio de documentos e o acompanhamento da solicitação.

Caixa lança aplicativo para acesso ao seguro Dpvat

O QUE É O DPVAT?

O seguro DPVAT foi criado há quase 50 anos para indenizar cidadãos envolvidos em acidentes de trânsito, sejam eles motoristas, passageiros ou pedestres.

Com a mudança de gestão, o seguro passa por alterações nos formatos de solicitações e pagamentos das indenizações. Vale lembrar, que embora o pagamento do DPVAT esteja suspenso em 2021, o seguro continua existindo.

Entenda como funciona o DPVAT e o que muda para 2021.

QUEM TEM DIREITO AO DPVAT?

Qualquer vítima de acidente de trânsito envolvendo veículos automotores (carros, motos, ônibus e caminhões), sejam motoristas, passageiros ou pedestres, e seus beneficiários. As indenizações são pagas independentemente da apuração de culpados e do reconhecimento do veículo.

São cobertos casos de morte, invalidez permanente total ou parcial, e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada por danos físicos causados pelos acidentes de trânsito.

QUAL O VALOR DAS INDENIZAÇÕES?

  • R$ 13.500 em caso de morte;
  • até R$ 13.500 em caso de invalidez permanente, variando conforme a lesão da vítima (100% para total; 75% para as perdas de repercussão intensa; 50% para as de média repercussão; 25% para as de leve repercussão);
  • até R$ 2.700, considerando os valores gastos pela vítima em seu tratamento.

COMO SOLICITAR E RECEBER A INDENIZAÇÃO?

Depende da data em que o sinistro ocorreu. Todas as indenizações são pagas individualmente, sem importar quantas vítimas se envolveram no acidente, e os pedidos devem ser feitos em até 3 anos a partir do diagnóstico.

  • Acidentes ocorridos até 2020

Caso o acidente tenha acontecido até o dia 31 de dezembro de 2020, a solicitação deve ser feita à Seguradora Líder, antiga responsável pelo DPVAT. O processo pode ser realizado pelo aplicativo Seguro DPVAT, pela central telefônica da seguradora ou em um dos pontos físicos de atendimento. Neste caso, o pagamento é feito diretamente na conta corrente ou poupança do beneficiário em até 30 dias após a aprovação do pedido.

  • Acidentes ocorridos a partir de janeiro de 2021

Para acidentes ocorridos a partir do dia 1º de janeiro de 2021, os pedidos deverão ser feitos nas agências da Caixa, mediante a apresentação de toda a documentação requerida por lei.

Sob responsabilidade da Caixa, o pagamento será feito em até 30 dias após a aprovação da solicitação, em uma Conta Poupança Social Digital da Caixa, no aplicativo Caixa Tem. Caso o beneficiário não possua este tipo de conta, o banco afirmou que fará a abertura gratuitamente.

A Caixa lançou uma página sobre o DPVAT, para tirar dúvida dos beneficiários, e também disponibilizará o telefone 0800 726 0207.

COMO FAZER A SOLICITAÇÃO PELO APLICATIVO DO DPVAT?

Após fazer o download, o usuário deve se cadastrar no login Caixa. Caso já tenha cadastro em outros apps da Caixa, como Habitação, FGTS e CAIXA Tem, a senha de acesso é a mesma.

Ao clicar em “Quero solicitar minha indenização DPVAT”, o usuário deverá informar os dados do acidente, preencher os dados da vítima e enviar a documentação necessária.

Pelo aplicativo também será possível acompanhar o andamento do processo. No campo “Acompanhar minha solicitação”, os usuários poderão verificar, por exemplo, a existência de documentos pendentes e a liberação do pagamento da indenização, se for o caso.

QUAIS SÃO OS DOCUMENTOS EXIGIDOS?

Em todos os casos são necessárias cópias de documentos de identificação da vítima, comprovante de residência e do boletim de ocorrência do acidente. Há documentações específicas para cada tipo de indenização.

  • Despesas ambulatoriais e médicas

Boletins de atendimentos médico-hospitalares, ou equivalentes, comprovantes das despesas acompanhados das respectivas requisições e/ou receituários médicos, e cópias do laudo da lesão e dos exames realizados.

  • Invalidez permanente

Laudo do Instituto Médico Legal (IML) informado a extensão das lesões físicas ou psíquicas da vítima, boletim de atendimento médico hospitalar ou ambulatorial, e relatório detalhado do tratamento.

  • Morte

Certidão de óbito da vítima.

Mais detalhes sobre as informações que devem constar em documentações e relatórios, além de possíveis variações pela diferença de cobertura pelas instituições, podem ser consultados nos sites da Seguradora Líder e da Caixa.

POR QUE A TAXA NÃO FOI COBRADA EM 2021?

Mesmo antes de o DPVAT ter sua direção alterada, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), vinculado ao Ministério da Economia, determinou que o seguro teria prêmio zero (valor cobrado) para o exercício de 2021.

PARA ONDE VAI O PAGAMENTO DO DPVAT?

  • 50% são destinados ao pagamento das indenizações;
  • 45% vão para o Ministério da Saúde (pagamento do atendimento médico de vítimas);
  • 5% vão para programas de prevenção de acidentes.

Segundo Solange Vieira, superintendente da Susep, o governo deve encaminhar ao Congresso ainda neste primeiro semestre uma nova política para o DPVAT. Ela estimou que os pedidos de indenizações podem chegar a 600 mil ao longo de 2021.

QUANTOS SÃO INDENIZADOS POR ANO?

De acordo com dados divulgados pela Seguradora Líder, antiga detentora do DPVAT, o seguro pagou 353.232 indenizações em 2019. Deste total, 67% foram para invalidez permanente, 22% para despesas médicas e 11% para morte.

Em relação ao ano de 2018, o número de pagamentos por mortes subiu 6%, contra 3% de invalidez permanente. Em despesas médicas, as indenizações cresceram 25%.

A seguradora aponta, porém, que os números de 2019 referem-se às ocorrências no período e em anos anteriores, observado o prazo prescricional de 3 anos para solicitar o benefício.

As motocicletas representam maioria entre os veículos com indenizações pagas. Entre os 353.232 pagamentos, 273.667 (ou 77%) foram motos. Os automóveis ficaram em segundo lugar, com 16%.

E QUEM PAGOU A MAIS EM 2020?

No ano passado, ainda gerenciado pela Seguradora Líder, o DPVAT passou por um impasse que gerou variação nos valores. Na época, o prêmio do seguro passou por uma redução de 68% — o novo valor foi suspenso por Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Após alguns dias, Toffoli voltou atrás de sua própria decisão e manteve a redução dos valores. Com o vaivém, muitos proprietários de veículos pagaram o valor maior do seguro, no período em que a redução de valores estava suspensa.

Com a revogação da medida, a Seguradora Líder abriu um programa de restituição para quem havia pagado a mais — que ainda está disponível, sem prazo para término. De acordo com a Seguradora Líder, mais de 1 milhão de reembolsos já foram feitos. Ao todo, mais de 4 milhões de pessoas têm direito.

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Clube dos Seguradores da Bahia recebe executivos da SudaSeg

Com a finalidade de dar continuidade à interação dos associados com os executivos das seguradoras, o Clube dos Seguradores da Bahia planejou um novo evento online, no dia 5 de março, às 19 horas, tendo o foco no compartilhamento das informações, com o tema “Seguro da Vida e as suas oportundades”, com a participação dos executivos da SudaSeg: O Presidente da SudaSeg, Luciano Fracaro e do Diretor Comercial, David Novloski.

De acordo com o Presidente do Clube dos Seguradores da Bahia, Fausto Dorea, falar sobre seguro de pessoas é sempre importante, por conta das excelentes oportunidades de negócios. “Sabemos que o seguro de pessoas proporciona uma gama de novos negócios para os corretores de seguros, tanto que o seguro de  vida ultrapassou o seguro de automóvel há tempos, nos números e até mesmo no volume de comercialização. Receber o Luciano Fracaro e o David Novloski para essa transmissão, será ótimo para que todos compreendam a dinâmica da seguradora com os seus parceiros de negócios. Aguardamos a presença de todos”, explicou.

As próximas transmissões acontecem no dia 25 de fevereiro, com os executivos da SulAmérica;  no dia 12 de março, com os executivos da Liberty Seguros; e a live comemorativa de aniversário do Clube, com a palestra do Gustavo Dorea, do Portal CQCS.Para participar, é só enviar um e-mail para evento@clubeseguradoresbahia.com.br. Em seguida, aguarde receber o ID e a senha para entrar na sala.

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Unimed Londrina inaugura novo serviço de cuidados paliativos

Atendimento é destinado a pacientes com doenças oncológicas metastáticas ou para os que já se encontram sem possibilidade terapêutica

A partir deste mês de fevereiro, a Unimed Londrina amplia sua rede de cuidados no DOM (Assistência Domiciliar) ao oferecer um novo serviço de cuidados paliativos aos seus clientes.

Com o nome Rede de Cuidados Humanizados, o objetivo do serviço é promover um atendimento especializado a pacientes com doenças oncológicas metastáticas (mesmo que ainda estejam em tratamento específico) ou para os que já se encontram sem possibilidade terapêutica.

“Este serviço quer auxiliar o paciente na busca pela independência e qualidade de vida e oferecer tranquilidade para seus familiares e cuidadores”, explica a gerente de DOM, Lucieire Ramon.

Os atendimentos realizados pela Rede de Cuidados Humanizados terão foco no impecável controle dos sintomas por meio de um plano terapêutico centralizado no paciente e seu familiar, desenvolvendo uma atenção criteriosa cuja abordagem compassiva e humanizada considerará os sofrimentos em todas as dimensões (física, psíquica, social e espiritual).

“Nossa equipe multidisciplinar é composta por duas médicas paliativistas, dois enfermeiros, dois técnicos de enfermagem e uma psicóloga”, detalha Dra. Raquel Ferreira Barcelos, médica paliativista do serviço.

Segundo a Dra. Heloisa Freire Marconato, médica que também integra a equipe da Unimed Londrina, o serviço visa a proporcionar um acompanhamento dos pacientes tanto na modalidade ambulatorial quanto domiciliar. “A definição da modalidade de atendimento dependerá da situação clínica e necessidade dos pacientes e familiares”, justifica.

Aos pacientes que se encaixarem na modalidade de atendimento ambulatorial, as consultas serão realizadas na nova Clínica de Oncologia da Unimed Londrina.

O serviço de Rede de Cuidados Humanizados deve ser solicitado por meio de um encaminhamento médico. O médico cooperado deve enviar o documento para o e-mail ou contatar a equipe responsável pelo telefone.

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Cinco tendências para o setor de (res)seguros em 2021

“Direito dos seguros em movimento”. Conforme se mencionou em outra sede, essa frase resume bem o intenso — e repleto de novidades — ano de 2020 para o setor de seguros [1]. O que esperar deste ano, porém, é um assunto pouquíssimo enfrentado até o momento.

Buscando suprir a aludida carência, o presente texto aponta, de forma suscinta, cinco tendências para o mercado seguros brasileiro no ano de 2021.

1) Avanço na digitalização
Um dos reflexos da pandemia da Covid-19 foi a necessidade de adaptação ao meio digital, que, reconheça-se, já vinha acontecendo em razão da evolução tecnológica, mas foi muito acelerada pela necessidade de desenvolvimento de meios de trabalho remoto.

Nesse pano de fundo, a computação em nuvem pode ser apontada como destacada ferramenta no armazenamento de dados e documentos. Essa inovação tecnológica, que, permite, ainda, às seguradoras terem equipes menores e serem mais ágeis na implementação de aplicações de TI, promete continuar ganhando espaço em 2021.

O uso de novas tecnologias é um forte aliado das seguradoras, em especial para a tomada de decisões — como, no que aqui interessa, nas fases de subscrição do seguro (aquilatamento mais minucioso dos riscos, resultando em análises céleres e preços adequados ao perfil de cada consumidor) e regulação de sinistros (auxiliando, entre outras coisas, na constatação de indícios de fraudes dos segurados).

Ainda no campo do avanço digital, a contratação online de seguros, por meio de aplicativos nos celulares, tende a se multiplicar, tanto em virtude de mudanças comportamentais dos consumidores [2] quanto em razão da tendência examinada a seguir.

2) Expansão das insurtechs
2021 promete ser o ano do desabrochar das insurtechs no Brasil. Essas empresas — literalmente tecnológicas — trazem soluções inovadoras para o mercado de seguros, beneficiando os segurados e seguradores, bem como, salvo exceções, os próprios corretores.

Um indício do aumento de sinergia entre seguradoras e insurtechs é o sandbox regulatório da Susep, que, no último ano, selecionou 11 projetos para operar em um regime regulatório customizado e menos severo do que o tradicional. A continuidade dessa postura se consolidou através das Portarias Susep nº 7.732, 7.733 e 7.746, que elegeram, em janeiro de 2021, mais três insurtechs para atuarem no sandbox regulatório.

Há, portanto, grande expectativa de crescimento da participação desses novos agentes, com atuação entrelaçada às novas tecnologias e à digitalização da prestação de serviços no setor de seguros. Uma condição essencial para que tais empresas se desenvolvam solidamente, porém, é se atentarem à próxima tendência.

3) A proteção dos dados pessoais ocupando um espaço central nas companhias
Com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a instituição da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), no fim do ano passado, há de se esperar um movimento das seguradoras para estarem em conformidade com as novas diretrizes regulatórias inerentes à essa importante área.

Embora tal tendência de preocupação com a privacidade dos consumidores seja global [3], certamente no Brasil ela é influenciada pelas mais rigorosas sanções administrativas, vislumbradas nos próximos meses e anos, conforme demonstrado a seguir.

4) Endurecimento das sanções administrativas
Em decorrência de recentes atos normativos e da própria LGPD, há uma tendência de que, paulatinamente, se tornem mais rigorosas a aplicação de sanções administrativas no âmbito das atividades de (res)seguros ao longo de 2021.

Cite-se, à guisa de ilustração, a Resolução CNSP nº 393, de 30/10/2020, que estabeleceu novas penalidades e mudanças no processo administrativo sancionador da Susep. Dois pontos dignos de nota, aqui, são o aumento dos valores mínimos e máximos das multas aplicáveis em casos de infração de (res)seguradores e a possibilidade de aplicação da pena de inabilitação, quando do cometimento de infração grave (a ser regulada em ato normativo próprio, nos termos do artigo 7°, inciso I).

A mencionada adequação ao novel regime de proteção de dados também se faz essencial para se evitar as sanções administrativas previstas nos artigos 52 a 54 da LGPD, que poderão ser aplicadas a partir do dia 1 de agosto. Nesse particular, traz algum alento às seguradoras o fato de o diretor-presidente da ANPD, Waldemar Gonçalves Ortunho Junior, em reiterados pronunciamentos, ter afirmado que deseja tornar a fiscalização da ANPD “menos punitiva e mais educacional” [4].

Ainda assim, cabe sublinhar que, por ter o tratamento de dados em seu coração, sobretudo as seguradoras que atuam no ramo dos seguros de pessoas devem passar por um escrutínio nada desprezível da ANPD.

5) Desburocratização
No primeiro item do plano de regulação da Susep – 2021 (Deliberação 243/2020), consta: Revisão e consolidação dos atos normativos da Susep nos termos do Decreto nº 10.139, de 28 de novembro de 2019, visando a melhora de técnica legislativa e simplificação do arcabouço normativo da autarquia para conferir maior eficiência, simplicidade, transparência e publicidade aos atos normativos da Autarquia”.

Se em 2020 houve, por exemplo, a simplificação do procedimento de contratação de seguro no exterior, a implementação do sistema de registro de operações e a estipulação de que as reclamações dos segurados fossem feitas através de plataforma online Consumidor.gov, neste ano espera-se que o rumo não seja alterado.

O plano de regulação para 2021 da Susep, inclusive, promete alterações, “objetivando maior flexibilização das operações de resseguros e retrocessão, redução de complexidade e de custo regulatório”.

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Com investimentos constantes em tecnologia, Pottencial Seguradora registra salto recorde no faturamento em 2020

Empresa mineira manteve a liderança no Seguro Garantia pelo quarto ano consecutivo e registrou crescimento de 297% no Fiança Locatícia

Nem mesmo os desafios impostos pela Covid-19 impediram que a Pottencial Seguradora registrasse o melhor ano de sua história. A Companhia, que celebra os feitos de 2020, manteve a liderança, pelo quarto ano consecutivo, no Seguro Garantia, com 18,1% de Market Share, e se destacou no produto Fiança Locatícia, com expressivo aumento de 297% nos prêmios emitidos. Com este resultado, a Pottencial se consolida como vice-líder neste mercado, do qual passou a deter 12,4% de participação. “Esses números são o reflexo do nosso comprometimento com os clientes e de um atendimento cada vez mais ágil e simples, que se tornou possível graças aos investimentos em tecnologia. Além disso, o fato de contarmos com um time altamente competente e dedicado foi determinante para que pudéssemos crescer mesmo em um cenário adverso”, comemora o CEO, João Géo Neto.

Desde que fez a primeira emissão de apólice, há 10 anos, a empresa vem registrando um crescimento contínuo e sustentado. Para se ter ideia da força dessa expansão, apenas nos últimos quatro anos, a Pottencial saiu de volume de prêmios de R$ 470 milhões, em 2017, para R$ 712 milhões, em 2020, um aumento de 51,5%. O lucro líquido da Pottencial aumentou 30,6% em 2020 em comparação ao ano anterior, saltando de R$ 84 milhões para R$ 110 milhões.

Para se diferenciar em um mercado dominado por gigantes nacionais e multinacionais, a Pottencial Seguradora considera fundamental manter investimentos constantes em tecnologia a fim de tornar mais simples a conectividade com corretores e parceiros e proporcionar agilidade e qualidade no atendimento aos segurados. “Em 2020 implantamos o SAP como sistema de back-office, garantindo a integridade e segurança aos nossos dados e integração dos nossos processos para suportar o crescimento da Pottencial Seguradora nos próximos anos”, explica Neto.

Na visão do executivo, o desempenho da Companhia é resultado da soma de uma gestão financeira eficiente, o cuidado com as pessoas -chamadas internamente de “potters”-, e a visão de longo prazo do negócio. Além disso, outras características, que estão no DNA da empresa, foram fundamentais para a expansão, como agilidade, flexibilidade e proximidade. “A Pottencial foi uma das primeiras do segmento a medir a satisfação do cliente em todos os níveis e, com processos ágeis e seguros, é possível contratar uma apólice em tempo recorde”. Outra característica da empresa, e talvez o mais importante ingrediente dessa receita de sucesso, é o foco em uma gestão transparente, com alto padrão de governança e compliance. A empresa investe pesado para garantir um elevado nível de governança e é classificada com a nota A- (bra) pela Fitch Ratings, classificação que foi mantida em 2020.

Sobre 2021, a ano promete ser bastante promissor para a empresa, que planeja lançar, nos próximos meses, dois novos produtos voltados para as pessoas física e jurídica como parte da estratégia de diversificação do portfólio: os seguros empresarial e residencial. Além disso, a Pottencial prevê a abertura de três novos escritórios em capitais do país e o aumento do quadro de colaboradores, hoje composto por 250 pessoas, em, pelo menos, 50%.

Sobre a Pottencial Seguradora

Com sede em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Pottencial Seguradora, que em 2020 completou 10 anos de história, se tornou referência no mercado de seguros brasileiro, mantendo a liderança no segmento de Seguro Garantia nos anos de 2017, 2018 e 2019. Reconhecida pela máxima agilidade na emissão de apólices, possui classificação A-(bra) segundo a Fitch Ratings. Além do seguro garantia, a Pottencial Seguradora oferece, em todo o Brasil, os seguros Pottencial Aluguel, Pottencial Máquinas e Equipamentos e Pottencial Riscos de Engenharia.

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Presidente da Porto Seguro participa de debate sobre os impactos da Resolução 382

Nesta terça-feira, 23 de fevereiro, a partir das 19h, acontece a primeira live da UCS – União dos Corretores de Seguros – em 2021, abordando a Resolução CNSP 382/2020, que exige a apresentação da comissão do corretor ao segurado no momento da contratação do seguro. 

Para o presidente da UCS, Ezaqueu Bueno, é fundamental manter uma relação equilibrada e equitativa entre o provedor do seguro e o consumidor. “Por isso vamos debater sobre o papel de todos nós que atuamos no mercado de seguros na preservação dessa relação equilibrada e um tratamento adequado entre o ente supervisionado e seu cliente”, afirma. 

Participarão da live Roberto Santos, presidente da Porto Seguro Seguros; Sergio Roberto de Oliveira, diretor Jurídico da Tokio Marine Seguradora, e comentários de Richard Furck, corretor de seguros (H&H Corretora de Seguros) e palestrante, sob a mediação de Edson Lasse Fecher, corretor de seguros (Afatec Seguros) e advogado. 

“A Resolução CNSP 382 é uma norma muito complexa que afeta sobremaneira a atividade de corretagem de seguro. Entendê-la é de vital importância ao corretor e demais intermediários na operação de seguros”, declara Sergio Roberto de Oliveira. 

“Também serão temas desta conversa a Política Institucional de Conduta e formas e diretrizes de tratamento do cliente, nas fases do ciclo de vida do produto, incluindo eventuais serviços terceirizados, bem como criação do Cliente Oculto e formas de disponibilização da remuneração do corretor de seguros que o ordenamento exige”, comenta o mediador. 

A reunião pode ser acessada pelo link https://us02web.zoom.us/j/6777650464

ID da reunião: 677 765 0464

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Leonardo de Freitas dá dicas para Corretores na oferta de seguros em 2021

Corretor de Seguros pode ser o principal beneficiado nas mudanças que esperam o mercado de seguros em 2021. A pandemia trouxe uma mudança significativa no comportamento dos brasileiros, sobretudo quando se fala de proteção o cenário se mostra construtivo e, nesse aspecto, o papel do corretor se torna ainda mais essencial e relevante. Leonardo de Freitas, Diretor da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros, destacou.

Há anos, um dos grandes desafios enfrentados pelo mercado segurador  é a questão da consciência da população em torno da proteção. Nesse sentido, para Freitas, o cenário atual é propício para oferta de seguros ainda poucos explorados. “É comum que assim que uma pessoa compre um carro, ela adquira um seguro de automóvel; mas a concepção de seguros vai muito além da proteção de bens e patrimônios, pois a segurança deve fazer parte de todos os momentos da vida”.

Após ampliar a consciência da população sobre o seguro, é importante estar nos canais de vendas que o seu consumidor está. “Os profissionais precisam continuar adaptando-se as inovações, e principalmente, ao novo consumidor – que também está em constante transformação. De modo a entregar soluções de forma mais ágil, pensando nos mais variados canais em que um potencial consumidor pode estar”, ressalta Leonardo.

No entanto, mesmo em um momento repleto de inovações tecnológicas, algo que não mudou é a necessidade de criar um relacionamento mais próximo e assertivo com o cliente. “Busque fortalecer ainda mais o relacionamento com os seus clientes, converse para compreender a situação de cada indivíduo; seja claro, objetivo e sempre demonstre uma postura empática, independente do momento. Afinal, a missão do corretor é proteger; amparar e apoiar o cliente com eventualidades e imprevistos”, afirma o diretor.

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Banco informa que metade dos seus clientes usam seguro pela primeira vez

Em dezembro de 2020, o Nubank lançou seu seguro de vida e constatou que do total de clientes com contrato ativo do produto, cerca de 50% deles afirmaram ter sido a primeira vez que contrataram este tipo de seguro.

Hoje, o Nubank Vida já registra mais de 90 mil seguros ativos, desde seu lançamento, e esse montante corresponde supera R$ 9 bilhões em cobertura. Clientes do banco digital em todo o Brasil encontram o produto na tela inicial do aplicativo. O gerenciamento do Nubank Vida é 100% digital e todo o processo de contratação, incluindo a simulação e confirmação do serviço, leva menos de um minuto diretamente no aplicativo do Nubank.

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CQCS estreia no ClubHouse nesta terça-feira

O ClubHouse é o aplicativo que virou febre na internet e o CQCS fará a sua estréia na plataforma na próxima terça-feira, às 17h, com o painel “Captando investimentos para projetos de seguros e Insurtechs”, que contará com a participação de investidores, seguradores compradores de tecnologia e iniciativas que recebem recursos de fundos de investimentos.

A plataforma, que por hora só está disponível para IOS,  onde só é possível conversar através de áudios ao vivo, não havendo possibilidade de enviar textos ou fotos. Lá, é possível criar clubes e salas em grupo, onde há os os “speakers”, usuários que podem falar durante a conferência, e os “listeners”, que são os ouvintes da conversa.

O CQCS preparou uma programação experimental, já que o ambiente é novo e precisa ser construído, e espera contar com a participação dos Corretores de Seguros, que têm tudo para serem um dos mais relevantes públicos de ClubHouse, onde podem se informar, esclarecer a sociedade,  detectar novas possibilidades de negócios e até encontrar investidores.

Os primeiros programas são: “CQCS Fala, Corretor” que todas as 4as feiras, às 12:00h, ajudará Corretores a solucionar os seus problemas do dia a dia, além de poderem ouvir dicas de experientes profissionais do mercado, CQCS Notícias da Semana”, que todas as 6as feiras, as 11:00h, debaterá a notícia da semana mais visitada no site e o especial mensal  o  “CQCS no Club no House”, que toda 1ª a 3ª feira do mês, às 18:00h, receberá executivos de destaque do mercado de seguros para debater os temas de maior interesse no momento.

Para o fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho, o ClubHouse é uma nova plataforma e uma série de recursos que parecem fazer sentido. “O CQCS já criou seu canal oficial para poder experimentar o ambiente e ver como podemos usá-lo para melhorar a indústria e de seguros e, principalmente, a distribuição”, explicou.

Para se conectar com o CQCS no ClubHouse, basta buscar por CQCS Oficial. O fundador do CQCS também pode ser encontrado na rede com o usuário “Gustavo Roberto Doria Fo”.

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